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ADMA: ASSOCIAÇÃO DE MARIA AUXILIADORA
 Mensagem Mensal :  24 de março 2016
   

Maria nos convida a pegar a cruz

Nossa Senhora como Mãe determinada e forte é muito concreta: nos chama à conversão. Quaresma é um tempo de conversão, é tempo de graça, é tempo de penitência, tempo de sacrifícios. Precisamos fazer mais, precisamos mudar a nossa vida, temos que amar mais. Aquele que ama a Deus acima de tudo, reza e está em contato com Deus. Isto é para lutar contra a tentação constante de apatia, de acomodação, de mediocridade que dissolvem a nossa vida e a torna cinza e insípida.
Na raiz de muita maldade e confusão que se prolifera hoje no mundo está o fato de que muitas pessoas estão perdidas, são ovelhas sem pastor, sem rumo e sem orientação, sem um significado para suas vidas. Hoje, infelizmente, tudo se tornou um pouco trivial, não temos um objetivo, não temos o desejo de sermos santos. Hoje o mundo oferece-nos jogadores, dançarinos, dançarinas e nós não temos mais exemplos. Hoje os nossos jovens são tomados por tantas distrações, tantas vaidades, enquanto Nossa Senhora nos pede para deixar as vaidades e seguir Jesus que morreu na Cruz por nós. Infelizmente, hoje não existem mais aquelas figuras que atraem os jovens como um São Felipe Neri, um Dom Bosco e muitos outros santos, que eram os ímãs.
O propósito da vida é seguir Jesus com a sua cruz, para partilhar a glória da sua Ressurreição. A conversão dura a vida inteira. Cada um de nós todas as manhãs quando acordar, deve dizer: hoje eu vou ser melhor do que ontem, porque sempre dentro de nós há uma batalha entre o bem e o mal. Trata-se de tomar todos os dias a Cruz, olhar para Jesus e andar atrás dele como verdadeiros discípulos, percorrendo juntos a aventura do Espírito. Somos chamados de modo especial para sermos amor, para sermos oração, para sermos o que Jesus nos pede, e o que ele fez primeiro: ser amor até à morte. Contemplemos Jesus com a coroa de espinhos, flagelado, ferido e derramando sangue, humilhado até à morte na Cruz. Nossa Senhora nos exorta a termos orgulho de sermos cristãos, a sermos testemunhas da alegria, porque também os primeiros cristãos foram maltratados e martirizados; ainda hoje, muitos cristãos estão sendo mortos em muitas partes do mundo, enquanto o mundo permanece indiferente. Nossa Senhora nos chama para testemunhar com coragem, para que vejam que nós cristãos somos diferentes, porque temos paciência, amor, compreensão, rezamos, somos iluminados, somos positivos.
Nosso desejo de Feliz Páscoa é que, guiados por Maria Auxiliadora, saiamos da terra da escravidão, e caminhemos rumo à terra prometida de uma vida vivida na alegria da Ressurreição.


Sr. Lucca Tullio, Presidente & Pe. Pierluigi Cameroni SDB, Animador Espiritual


Com Maria e como Maria. Regenerados em Sua Misericórdia
Ir. Linda Pocher FMA

7. A MISERICÓRDIA DE DEUS CURA E LIBERTA

A paciência de Deus
Foi a 17 de março de 2013, quando Francisco, Papa há quatro dias, aparece para o Angelus na Praça de São Pedro e lança, sem hesitação, seu apelo para "reconciliarmos com Deus" (2 Coríntios 5.20). O fato é devido ao Evangelho do dia: o encontro entre Jesus e a mulher adúltera (Jo 8,1-11). O Papa enfatiza a atitude de Jesus para com o pecador: "não ouvimos palavras de desprezo, não ouvimos palavras de condenação, mas apenas palavras de amor, misericórdia, que convidam à conversão... É, irmãos e irmãs, a face de Deus é a de um pai misericordioso, que sempre tem paciência. Você pensou sobre a paciência de Deus, a paciência que ele tem com cada um de nós? Essa é a sua misericórdia." É a paciência de Deus, que muda o mundo. O Pai está esperando por nós com fé. Tem fé em nós, acredita que mais cedo ou mais tarde, nos voltaremos para Ele e lhe daremos a opção de apagar para sempre o nosso pecado. O Pai pode e quer curar em nós o que nos levou ao mal, pode e quer nos livrar das consequências do pecado. Então, exterminando os nossos pecados, Deus faz o mundo gradualmente "menos frio e mais justo". E não há pecado, por mais grave que seja, que Deus não possa perdoar e apagar, para sempre: "Então, sim, poderemos discutir - diz o Senhor - Mesmo que os vossos pecados sejam como escarlate, tornar-se-ão alvos como a neve; ainda que sejam vermelhos como carmesim tornar-se-ão como a lã" (Is 1,18).
"Lembro-me - continua o Papa - , no ano de 1992, chegou em Buenos Aires, Nossa Senhora de Fátima. Fui atender confissões. Veio até mim uma velha senhora, humilde, muito humilde, octogenária. Eu olhei para ela e disse: "Quer se confessar?" "Sim," ela me disse. "Mas se você não tiver nenhum pecado." E ela disse: "Todos temos pecados." "Mas talvez o Senhor não os perdoe." "Deus perdoa tudo" , disse-me com segurança. "Mas como a senhora sabe?". "Se o Senhor não perdoasse tudo, o mundo não existiria". Eu senti um desejo de lhe perguntar: "Diga-me, senhora, a senhora estudou na Gregoriana?" Porque essa é a sabedoria que o Espírito Santo dá: a sabedoria interior sobre a misericórdia de Deus. Não esqueçamos esta palavra: Deus não se cansa de perdoar, jamais! "E, padre, qual é o problema?". O problema é que ficamos cansados, não queremos, nos cansamos de pedir perdão. Ele nunca se cansa de perdoar, mas nós às vezes nos cansamos de pedir perdão".
E porque ficamos cansados? Porque na realidade não é fácil pedir perdão. Para pedir perdão devo reconhecer a minha culpa, quer grande ou pequena. Mas é mais fácil minimizar: achar que não faço nada de grave e adiar a confissão ou fazê-la apenas por formalidade. Para me confessar bem, preciso querer quebrar todo compromisso com o mal, e devo reconhecer que não consigo fazer isto sem a ajuda de Deus. Mas é muito mais fácil "fazer-se de vítima": reclamar de tudo e esperar que os outros mudem. Então acabo confessando os pecados dos outros, ao invés dos meus. Eu procuro a consolação e não a conversão! Claro que Deus não se escandaliza com a minha pobreza, com a minha luta para me permitir e me mostrar nu diante dele, que me criou e me ama como sou (Sal. 138; Is 43; Lc 12,7). Infelizmente, a minha resistência, realmente tem o poder de impedir Deus de cumprir, em mim, as maravilhas do seu perdão!
O desejo sincero de ser perdoado é o que abre nossos corações para receber o perdão de Deus: sinto este desejo em mim? Se eu não sinto isso, eu peço com insistência como um dom, na oração de cada dia.

As raízes e os frutos das nossas ações
A nossa vida moral é uma realidade complexa, que as Sagradas Escrituras comparam com uma árvore (Sal 1; Lc 6,43). Podemos imaginar que o tronco é formado por nossas ações diárias, enquanto as raízes representam tudo aquilo que guia e condiciona o nosso agir - experiências passadas, convicções, hábitos - e os frutos, as consequências de nossas ações. A complicação vem do fato de que cada boa ação realizada fortalece o vínculo com o bem, faz-nos crescer na virtude, enquanto cada má ação reforça a dependência do mau, afunda-nos nas imperfeições. E eis a questão: quanto mais virtuoso, mais somos livres para crescer no bem e evitar o mal; quanto mais cruel, mais somos escravos, falhamos, ou seja, não conseguimos, só com nossa força de vontade, deixar o mal pelo bem: é preciso a intervenção de Deus que nos liberta e nos dá a chance de começar de novo (Rm 7,18-25). Podemos ter certeza, além disso, que na raiz de boas obras, há sempre o amor de Deus (Ef 2.10), enquanto é mais difícil de descobrir a raiz de más ações, que podem ser causadas por um uso mal-intencionado da nossa liberdade, seja pela educação recebida, seja por alguma ferida feia do passado, que ainda não foi curada.
Esta dialética da imperfeição e virtude não se limita aos "grandes pecadores", mas é próprio de todos os cristãos. Na vida diária, na família, no trabalho, na comunidade, não é sempre fácil distinguir as boas das más ações, especialmente quando se trata de ações ou intenções individuais, que não são vistas e que parecem não ter nenhum impacto imediato na vida social. A Palavra de Deus vem em nosso auxílio e sugere que aprendamos a reconhecer a árvore por seus frutos (Mt 7.20). O primeiro fruto do pecado é a tristeza que tende à melancolia e que muitas vezes é acompanhada por vergonha ou desprezo de si mesmo e medo de ser julgado por Deus. Outros frutos do pecado são: inveja, ganância, ciúmes, discórdia, incapacidade de se controlar, ressentimentos diante de nossos deveres, transtornos alimentares, sexuais ou afetivos. Completamente o oposto dos frutos do Espírito Santo, que são: "amor, paz, alegria, paciência, amabilidade, bondade, fidelidade, mansidão e domínio de si mesmo" (Gal 5, 20-22). Como mudam o tom e o efeito da nossa confissão, quando encontramos a coragem para pegar o nosso coração e colocá-lo diante de Deus e, a partir do fruto ruim que reconhecemos em nós mesmos, subir a estrada que nos leva a descobrir as raízes de nossos pecados! Este é certamente um caminho difícil e delicado, no qual não se pode aventurar sozinho: é importante ser guiado por um bom confessor ou por uma boa orientação espiritual.
Dom Bosco conhecia muito bem esse caminho! Na biografia de Miguel Magone deixou um exemplo vívido do milagre da conversão que pode surgir de uma boa confissão. Miguel Magone era um menino de rua, orfão de pai. A mãe, com muitos filhos e poucos recursos para mantê-los, tinha que trabalhar em tempo integral, o que não lhe permitia cuidar da educação deles. Miguel, abandonado consigo mesmo, na escola e na paróquia havia se tornado no "perturbador universal", pelas ruas de Carmagnola era o "general das brincadeiras". O encontro com Dom Bosco, numa noite de outono, muda a sua vida. A princípio Miguel é o fanfarrão, o provocador. Mas depois, o interesse sincero daquele padre, tocou seu coração. Miguel sabe que sua vida está em perigo, alguns de seus companheiros já tinham ido para a cadeia. Tem medo de ter o mesmo fim, mas não sabe o que fazer para se livrar disso. Dom Bosco entende e lhe lança a âncora da salvação: convida-o para ir a Turim e oferece-lhe a oportunidade de estudar.
Chegando ao oratório, Miguel se esforça para aceitar a disciplina do ambiente. Nos primeiros dias vai como um louco às recreações, mas logo a tristeza surge: ele percebe que contraiu muitos maus hábitos, que já não pode deixar. Vê que os companheiros são alegres, serenos, sem esforço se aplicam ao dever, e ele sofre com isso: "meus amigos - confidencia um dia a um jovem que é o "anjo da guarda" - que já são bons, praticam a religião e ficam ainda melhor; e eu sou um malandro, não posso participar da religião, e isso me causa grande inquietação e remorso profundo". Dom Bosco percebe que o rapaz está tomando consciência dos maus frutos de suas escolhas passadas. Aproxima-se dele e, delicadamente e discretamente, prepara-o para a confissão: ajuda a pegar o fio de sua consciência e a entregar à misericórdia do Pai todas aquelas coisas, do passado e do presente, que o impediam de estar sempre alegre e dar o melhor de si, no estudo, oração, relacionamentos com os outros. O rapaz sai transformado de tal forma que Dom Bosco mostra-o como modelo a ser imitado.

Procuro voltar a mim mesmo e, com a ajuda do Espírito Santo, olho para o meu coração: quais frutos maus que eu encontro em mim?

Maria e a Igreja intercedem por nós.
O Ano Santo da Misericórdia é um momento particularmente favorável (2 Coríntios 6.2), para rompermos de uma vez por todas com o mal e nos vincularmos ao bem que é Jesus. O Jubileu, na verdade, também traz consigo a possibilidade de receber, através da intercessão da igreja, o dom da indulgência: "No Sacramento da Reconciliação Deus perdoa os pecados, que são realmente excluídos; ainda assim, a impressão negativa que os pecados deixaram nos nossos comportamentos e em nossos pensamentos permanecem. Mas a misericórdia de Deus é mais forte até mesmo que isto. Ela se torna a indulgência do Pai que através da Esposa de Cristo chega ao pecador perdoado e liberta-o de qualquer resíduo da consequência do pecado, permitindo-lhe agir com caridade, para crescer no amor mais que cair de novo no pecado" (MV 22).
Na terra, a Igreja vive em estreita comunhão com Maria e os Santos que já estão no Céu. Esta bela realidade da nossa fé é representada nas imagens da Nossa Senhora da Misericórdia, espalhadas nas Igrejas e Santuários em todo o mundo. Nelas vemos Maria que, auxiliada pelos anjos e Santos, estende o seu manto para acolher todos aqueles que dependem dela. Maria e os Santos, com a oferta de suas vidas e de suas orações, nos apoiam em nossa luta contra o mal e nos trazem cada vez mais para perto de Jesus. O perdão vem pelo seu sangue derramado na Cruz e é para cada um de nós tanto mais eficaz, quanto maior for o nosso desejo de sermos perdoados e nossa vontade de mudar de vida.
A comunhão dos Santos é um dom de Deus, que acontece, de modo particular, na celebração da Eucaristia. Na Missa, na verdade, o Espírito Santo nos une tanto a Jesus, quanto aos irmãos e às irmãs, presentes, passados e futuros e particularmente aos Santos e aos Beatos, "cujo número é incalculável (cf. Ap 7,4). A santidade deles vem ao socorro de nossa fraqueza, e, assim, a Mãe Igreja é capaz com suas orações e sua vida, de vir ao encontro das fraquezas de alguns com a santidade dos outros. Viver, então, a indulgência no Ano Santo significa achegar-se à misericórdia do Pai, com a certeza de que o seu perdão se estende por toda a vida do crente. Indulgência é experimentar a santidade da Igreja que participa de todos os benefícios da redenção de Cristo, para que o perdão seja difundido ao extremo e encontre o amor de Deus" (MV 22).
As condições para receber a indulgência: confessar-se e receber a Comunhão Eucarística; rezar pelas intenções do Papa; atravessar a Porta Santa. No seu desejo que a misericórdia de Deus possa realmente alcançar os confins da terra (Atos 1.8), o Papa quer que em cada diocese, abra uma ou mais Portas Santas. Além disso, quem for incapaz de fazer a peregrinação por doença ou por estar preso, pode receber a indulgência, oferecendo a Deus com coração sincero, sua situação de sofrimento.
Aproveitemos com alegria e gratidão a indulgência jubilar, sabendo que, quanto maior nosso desejo de ser perdoado, mais eficaz será a ação da misericórdia de Deus em nossas vidas!

NOTÍCIAS DA FAMÍLIA

ECOS DOS DIAS DE ESPIRITUALIDADE 2016
Estou feliz por ter participado deste evento e foi inestimável para mim poder encontrar tantas pessoas que havia conhecido durante o Congresso Internacional de Maria Auxiliadora, sentindo realmente uma atmosfera de família e alegria. De todas as palestras, muitas frases ficaram em minha mente e em meu coração, especialmente essas:
-Do fiat ao magnificat torna-se, portanto, o caminho exemplar de todo cristão que cumpre sua peregrinação da fé, passando, da adesão inicial pelo plano de Deus, para o pleno gozo da beleza deste projeto, através do serviço, da gratuidade no cotidiano, da solicitude para quem necessita, do encontro de amizade, do esforço missionário para levar Jesus à casa dos outros. (Irmã Maria Ko)
-O convite do Reitor-Mor, Pe. Angel, para 'contagiar' as pessoas que encontrarmos, com o entusiasmo pela Família Salesiana.
-A exortação de Pe. Franco di Natale para dar um passo de cada vez no caminho, mas sem jamais parar. Cada um em seu próprio ritmo, mas em movimento.
Senti essas expressões tocarem o meu coração e eu me questionar sobre elas. Acho que são um convite maravilhoso para caminhar e viver a própria peregrinação da fé e da vida em plenitude, na amizade e na alegria salesiana, sem medos. Acho que isto pode ser para mim, e para nós da ADMA dos jovens, em particular, um grande desafio pessoal, e uma emocionante aventura para vivermos juntos, para continuarmos a caminhar e a crescer na fé, na confiança em Deus, e no compromisso de nos deixar levar pelas mãos de Maria, para compreendermos o plano de Deus para nós e fazê-lo acontecer. Agradeço a Deus por me fazer conhecer a realidade salesiana e pelo Dom de poder fazer parte desta grande família (Elisabetta, da ADMA dos jovens de Turim).

TIRUCHY (ÍNDIA)
Na Visita Extraordinária à Inspetoria Índia Tiruchy (INT), Pe. Václav Klement, Conselheiro para a região da Ásia Oriental Oceania, encontrou-se com 13 membros da Associação de Maria Auxiliadora (ADMA), que desenvolvem as atividades na paróquia chamada Duraisamypuram, da obra Salesiana Sivakasi-Vidivelli.

ESPANHA - RENOVAÇÃO DA COORDENAÇÃO NACIONAL
A coordenação nacional da Associação de Maria Auxiliadora fez a sua segunda reunião anual a fim de estabelecer um roteiro para renovar a sua organização. A segunda reunião anual, realizada em Madri, Atocha, em 13 de fevereiro de 2016, teve a presença de membros leigos e animadores espirituais SDB e FMA de seis regiões da ADMA existentes na Espanha, coordenados pelo Delegado Nacional, o Salesiano Joan Faner.
Durante a reunião, se comentou a situação atual da associação, segundo a fala do Inspetor Cristóbal López, constatando que a ADMA é o grupo mais popular que mantém e difunde a devoção a Maria Auxiliadora e o espírito salesiano.
Falta uma melhor e renovada organização (Conselho de administração, zeladores, associados, reuniões organizadas, atas), mais formação e um mais profundo sentimento de pertença. Junto com isto é preciso ver como conseguir uma maior presença masculina e uma grande renovação. Em alguns casos faz-se necessário melhorar a qualidade do acompanhamento por parte dos animadores e animadoras espirituais.
Nesta reunião foram apresentados e aprovados os requisitos normativos para a eleição da Coordenação Nacional, formada e gerida por leigos. Esta eleição escolherá dois membros leigos de cada região em 18 de junho. Isto representa um importante passo à frente na co-responsabilidade laical da Associação.
Tratou-se também da participação na Escola dos Delegados da Família Salesiana, organizada no El Escorial no final de julho de 2016 e os conteúdos propostos. Finalmente, Pe. Mario Pardos, animador da região de Valencia, informou que já está disponível para todos, o novo livro da coletânea "Maria Auxiliadora", sobre os Congressos Internacionais (Joan Faner).

CATÂNIA (ITALIA) - Exercícios espirituais
Nos dias 17 a 19 de fevereiro, a família salesiana de Catânia teve os exercícios espirituais sobre o tema do ano jubilar, com a orientação de Pe. Pasqual Chavez. Três dias para refletir sobre a "Misericórdia": 1. O Pai misericordioso; 2. O Filho Misericordioso como o Pai; 3. Os Filhos misericordiosos como o Pai e como o Filho; 4. Maria, Mãe de Misericórdia.
Vários dos nossos associados da ADMA participaram (ver foto).

DA CARTA DE MADRE YVONNE, SUPERIORA FMA: Juntos celebremos a misericórdia do Pai (11 de fevereiro de 2016)
O encontro com o Reitor-Mor e o Conselho geral dos Salesianos nos ofereceu a oportunidade para refletir juntos sobre a família na perspectiva educacional. O salesiano, Pe. Andrea Bozzolo, propôs uma interpretação do evento sinodal, destacando a ligação entre a família e a Igreja e alguns desafios do carisma salesiano: a formação afetiva, o acompanhamento dos jovens que estão se preparando para o casamento, a promoção da mulher em todos os níveis, a ação pastoral com as famílias que participam em nossas obras ou que fazem parte da família Salesiana, a pastoral juvenil em termos generativos e vocacionais. Em consonância com o CG XXIII e com os pedidos do Sínodo sobre a família, somos convidados a explorar estas questões tão vitais para hoje, criando oportunidades locais para o diálogo e reflexão com os Salesianos e outros grupos da Família Salesiana, particularmente Cooperadores Salesianos, Ex-alunas/os e ADMA. A pastoral familiar na missão educacional é, de fato, uma das portas santas a ser aberta e nela entrar com sabedoria, coragem e amor misericordioso.

MADRI (ESPANHA) - ENCONTRO DOS CONSELHOS REGIONAIS
Sábado, 20 de fevereiro de 2016, na paróquia salesiana de São Francisco de Sales, celebramos com alegria a reunião anual dos Conselhos locais da região da capital Madri, para um total de 15 conselhos e 60 participantes, com a presença de alguns SDB e FMA. Guiou-nos Pe. Mariano Saez de Castro, animador espiritual da região centro e diretor da obra Salesiana do Estrecho. Com muito carinho e entusiasmo, o Conselho local preparou este encontro, no aniversário de 81anos da ADMA local, sobre o que falou a Presidente Sra. Concepción Esteban Sumastre. Nós compartilhamos alguns testemunhos pessoais sobre a presença de nossa mãe Maria Auxiliadora em nossas vidas. Pe. Manuel Miñambres, animador espiritual local, cuidou de todos os detalhes da liturgia. Fizemos a adoração ao Santíssimo Sacramento e celebramos a Eucaristia. No final, todos cantaram o hino em frente à bela imagem de Maria Auxiliadora (Gloria Blanco).

ALEPO (SÍRIA) - APELO: ADORAÇÃO PELA PAZ
Na cidade símbolo da guerra na Síria, Alepo, em meio a confrontos e atentados contínuos, os jovens que freqüentam o oratório fazem um pedido aos Salesianos e a todos os cristãos que são poupados do horror da guerra: "façam uma hora de adoração eucarística com a gente, na tarde de segunda-feira, pedindo a paz para a Síria".
Alepo é uma cidade cercada, já não se pode sair nem entrar livremente. Bombas e mísseis estão caindo diariamente em bairros inteiros da cidade. Todo mundo tem alguém por quem chorar e não há lugares onde eles possam se sentir seguros. Mas a esperança não está morta, a mantém os jovens que continuam a lutar para não cederem à lógica do ódio.
A obra Salesiana, que já tivera uma grande escola profissional, mantém ainda um grande oratório e uma grande igreja. Felizmente fica em uma área dentre as menos afetadas pela violência. Também por isto é muito frequentada pelos jovens que estão buscando, e encontram, alguma paz e normalidade. "Este oratório sempre atraiu muitos jovens e ainda deu muitas vocações para a Igreja e aos Salesianos. Agora, recebe muitos jovens de outras áreas da cidade porque muitas igrejas foram destruídas" recorda Pe. Georges Fattal, diretor da casa salesiana.
O compromisso dos Salesianos é todo pelos jovens: "Nós procuramos nos colocar a serviço deles, para dar-lhes um sorriso neste momento de tristeza," disse o padre. Os jovens reconhecem este empenho e são os primeiros a acreditar que podemos resistir ao desânimo. Juntos, jovens e Salesianos estamos revertendo a realidade da guerra em uma oportunidade de aprofundar a fé. Com este mesmo espírito, Pe. Fattal está trabalhando para que os meninos em Alepo vivam o Jubileu da Misericórdia. "Nesta situação, ninguém pensa nisso, mas queremos experimentar o perdão, a Misericórdia e fazê-los sentir-se parte da Igreja que acolhe todos os seus filhos".

VI CADERNO DE MARIA AUXILIADORA: DA CASA DE MARIA ÀS NOSSAS CASAS
Este VI Caderno de Maria Auxiliadora quer ser memória que torna presente o bicentenário tanto do nascimento de Dom Bosco como da Instituição da festa de Maria Auxiliadora
Na primeira parte, organizada por Pe. Pierluigi Cameroni, documenta-se como Maria Auxiliadora esteve presente na vida e na missão de Dom Bosco e como o Pai e Mestre da juventude viu em Maria Auxiliadora, a guia e defensora da sua obra educativa e pastoral.
Na segunda parte, organizada por Pe. Roberto Carelli, é apresentada a catequese que acompanhou o caminho da ADMA (Associação de Maria Auxiliadora), em preparação ao VII Congresso Internacional de Maria Auxiliadora, evento da Família Salesiana realizado em Turim e no Colle Dom Bosco de 6 a 9 de agosto de 2015. O Congresso, com o lema "Hic domus mea, inde gloria mea - Da casa de Maria às nossas casas", quis indicar a presença maternal de Maria, mãe da Igreja e Auxiliadora dos cristãos, no viver a beleza de ser família e no responder, com o coração apostólico de Dom Bosco, aos desafios que a família enfrenta nos dias de hoje.

Intenção missionária
Para que a Família Salesiana possa ser em todo o mundo, fonte de inspiração para as famílias cristãs fortes e fecundas.

Testemunho de santidade salesiana
Logo que se ordenou bispo, o Venerável Dom Estêvão Ferrando (1885-1978), missionário na Índia, fundador das Missionárias de Maria Auxiliadora, assim escrevera ao Reitor-Mor, Pe. Pedro Ricaldone: "Amado Padre, no dia 10 de novembro fui ordenado bispo. Bendigo o Deus Onipotente, que olhou para minha pequenez para que em mim brilhasse a Sua misericórdia. Sou Bispo, Bispo Salesiano e não tenho outro desejo a não ser o de honrar a minha mãe: a Congregação à qual tudo devo [...] Só me resta recomendar ao seu coração paterno, a dileta missão de Krishnagar ".


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