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ADMA: ASSOCIAÇÃO DE MARIA AUXILIADORA
 Mensagem Mensal :  24 de janeiro 2015
   

Maria convida-nos a sermos paz

Ao contemplarmos Maria Auxiliadora, a vemos como Mãe que nos leva e nos doa seu filho Jesus, com os braços abertos. Jesus nos doa a sua paz e nos indica o caminho da paz, e nos indica a santidade, o caminho do céu. O Ano Santo da Misericórdia é um forte convite para considerar e reconhecer o imenso amor que Deus tem para com cada um de nós, e aquele Menino de braços abertos, que Maria nos entrega, é o sinal de numerosas graças que Deus nos concedera e continua a nos conceder. Mas os nossos corações se fecham frequentemente, vivem no medo, sem permitir que o amor e a paz de Jesus Cristo tomem posse deles e rejam a nossa vida. Estar sem Deus é viver nas trevas e jamais conhecer o amor que o Pai tem por nós e o cuidado que tem para com cada um de nós.
A Estréia dada a nós pelo Reitor-Mor é um dom para vivermos este ano na força do Espírito Santo, no estilo de Dom Bosco: "Com Jesus, percorramos juntos a aventura do Espírito". É um convite para vivermos o 2016 como um ano dedicado a perfazermos unidos uma caminhada , a sermos luz e sal para quem encontrarmos. Só o amor que nos é doado pelo Espírito Santo tem um significado que enaltece as nossas menores ações em direção ao infinito e nos torna testemunhos da presença de Deus no mundo, também para cada homem que vive nas trevas.
Pe. Angel Fernandez Artime pôs em realce alguns aspectos: antes de tudo a ação do Espírito, que age com liberdade e bate à porta de todo ser humano; em seguida, a experiência de um caminho, de um percurso, que todos cumprem ao longo da própria vida; e, mais, o sentido da aventura, porque, com frequência, no trajeto que se faz - tanto em nível interno quanto espiritual - "não há certezas": avança-se impelidos pela consciência de que o Espírito saberá surpreender-nos e levar-nos para além de todas as nossas expectativas. O texto completo do comento à Estreia (italiano, espanhol, francês e português) está á disposição em www.sdb.org .O vídeo deste ano pode ser visto no canal ANS Agenzia iNfo Salesiana - YouTube . O texto da apresentação ( italiano, espanhol, francês) está disponível no seguint link.
Confiemos a Maria Auxiliadora o caminho de toda a Família Salesiana, e peçamos para sermos portadores de paz e construtores de comunhão.

Sr. Lucca Tullio, Presidente & Pe. Pierluigi Cameroni SDB, Animador Espiritual


Com Maria e como Maria. Regenerados em Sua Misericórdia
Ir. Linda Pocher FMA

5. Não com pancadas, mas com a Misericórdia

Justiça e Misericórdia
O coração de cada ser humano é habitado por dois desejos insuprimíveis que à primeira vista parecem ser inconciliáveis: uma profunda sede de justiça, ou o desejo que os meus direitos sejam reconhecidos e respeitados e que a cada um seja dado com imparcialidade segundo o que merece; uma profunda saudade de misericórdia, ou seja, o desejo de ser amado, de ser perdoado e cuidado na minha fragilidade. Esses dois desejos facilmente entram em conflito entre eles e, a pessoa, por não se reconhecer dilacerada em si mesma, é obrigada a fazer a escolha e a tomar partido alternativamente pela justiça ou pela misericórdia. O problema, nota São Tomás, é que "a misericórdia sem justiça é mãe da dissolução", enquanto, "a justiça sem misericórdia é crueldade", com consequências deletérias nos relacionamentos familiares e sociais: por um lado, o permissivismo, que normalmente faz alguns, com várias formas de chantagem emocional e que não se permite amadurecer na autonomia e assumir as próprias responsbilidades; por outro lado o legalismo exasperado e intransigente que avilta e degrada a pessoa, impedindo-a de ser ela mesma, de aprender com o seus próprios erros e desenvolver sua própria unicidade.
Papa Francisco, na Bula da proclamação do Ano Santo não deixou de abordar essa questão. Ligou-o ao apelo urgente à conversão dirigido " àquelas pessoas que estão longe da graça de Deus pela sua conduta de vida": "para vosso bem, peço-vos que mudeis de vida. Peço-vo-lo em nome do Filho de Deus que, embora combatendo o pecado, nunca rejeitou qualquer pecador" (MV19). Nas palavras do Papa ouvimos ressoar as palavras de Jesus: "não são os que têm saúde que precisam de médico, mas sim os doentes. Eu não vim para chamar justos, mas pecadores"(Mc2,17). Isto não siginifica absolutamente, especifica Francisco, "desvalorizar a justiça ou torná-la supérflua. Antes pelo contrário! Quem erra, deve descontar a pena; só que isto não é o fim, mas o início da conversão, porque se experimenta a ternura do perdão. Deus não rejeita a justiça. Ele engloba-a e supera-a num evento superior onde se experimenta o amor, que está na base duma verdadeira justiça" (MV 21).
Em sua infinita sabedoria pedagógica, Deus sabe muito bem que a lei não é suficiente para amadurecer as suas criaturas no amor e no dom: para aprender a amar e a perdoar não é suficiente um mandamento, é necessário ter recebido gratuitamente amor e perdão. Não foi por acaso que foram os próprios fariseus e os doutores da lei, ou seja, os especialistas naquilo que é "justo", os mais fervorosos adversários de Jesus. Para eles, que eram irritados com a sua familiaridade com os pecadores, Ele contara a parábola da misericórdia (Lc 15). O primeiro passo, então, para reconciliar em nós, justiça e misericórdia, se faz na oração. Peçamos humildemente e com o coração aberto, que o Espírito Santo ilumine os lugares de nossa vida, nos quais, justiça e misericórdia entram em conflito.
Na vida familiar ou comunitária, no trabalho, na comunidade cristã: onde tendo a ser legalista? Onde por demais permissivo?

Não com pancadas
Harmonizar justiça e misericórdia, segundo o coração de Deus é uma missão fundamental para todo o educador cristão, sobre o que, também Dom Bosco precisou mensurar. Sobre o sonho dos nove anos ele mesmo nos conta a sua espontânea reação diante dos companheiros que, durante as brincadeiras, blasfemavam: "ao ouvir aquelas blasfêmias, lancei-me imediatamente no meio deles, tentando, com socos e palavras, fazê-los calar". O convite de Jesus para intervir "não com pancadas, mas com a mansidão e a caridade", instruindo os seus companheiros "sobre a feiura do pecado e a preciosidade da virtude", não obteve de imediato, o efeito desejado. Joãozinho, na verdade, estava confuso e assustado até às lágrimas, diante daquele pedido, que lhe parecia "impossível".
E não deveríamos ingenuamente achar, que pela manhã, as palavras ouvidas no sonho dos animais ferozes transformados em cordeiros, haviam sido esclarecidas de repente. Quase dez anos mais tarde, na verdade, em 1832, vemos João, o empreendedor fundador da Sociedade da alegria, já orientado no seminário, reagir tal e qual o menino de nove anos, diante de uma injustiça cometida por alguns companheiros arrogantes contra o amigo Luis Comollo: "Naquela hora eu senti o sangue fervendo nas veias", conta ele mesmo. A continuação da história é conhecida: João "perde a razão", pega um rapaz pelos ombros e o usa como uma clave humana para jogar todos os outros ao chão. "Meu caro - dir-lhe-á Comollo mais tarde -, a tua força me assusta, mas acredite, Deus não a terá dado para abater os colegas. Ele quer que nos amemos, nos perdoemos, e que façamos bem aos que nos fazem mal". João, admirado por sua doçura ao corrigi-lo, e sua capacidade de perdoar os colegas, deixar-se-á ser ajudado por ele para amadurecer na obediência, na mansidão e na delicadeza do trato.
Unir o seu coração ao de Jesus é um caminho longo, que requer fé e paciência, quer seja por parte da criatura, quer seja por parte do Criador, e, Dom Bosco, guiado pelo Espírito Santo e por Maria Auxiliadora, soube ser bastante dócil e constante que conseguiu fazer com que quem o encontrasse percebesse o amor de Deus Pai irradiar em toda a sua pessoa.
Na "Carta sobre castigos" escrita aos salesianos em 1883, encontramos a célebre frase que sintetiza admiravelmente a sua experiência de educador: "Lembre-se que educação é coisa do coração, que só Deus é seu mestre e não poderemos ter sucesso em nada, se Deus não ensinar a arte e entregar as chaves. Vamos nos esforçar para sermos amor, para apresentarmos o sentido de dever e do Santo temor de Deus, e veremos com admirável facilidade abrirem-se as portas de muitos corações e se juntarem a nós para cantarem os louvores e bênçãos Daquele, que seria o nosso modelo, nosso caminho, nosso exemplo em tudo, mas especialmente na educação da juventude". Para Dom Bosco, o lugar privilegiado da educação do coração foi justamente o sacramento da Confissão. Graças a esse sacramento ele sabia ajudar gradualmente os meninos a reencontrarem a si mesmos, a reconhecerem as próprias responsabilidades e, ao mesmo tempo, a experimentarem a bondade paterna de Deus, o seu perdão, e a receberem diretamente Dele, a energia necessária para melhorarem: eis como os lobos tranformavam-se em cordeiros!
Perguntemo-nos: em nossa ação educativa, como pais ou como consagrados, sabemos ajudar os meninos e os jovens a se aproximarem frutuosamente da Confissão?

Eu te darei a mestra
"Mas não devemos mais usar os castigos?", pergunta Dom Bosco na Carta referida acima. De fato, o próprio Deus "Queria comparar-se a uma vara vigilante: virga vigilans, para manter-nos longe do pecado, também por medo de punição. Nós também, então, podemos imitar moderadamente e sabiamente a conduta, que Deus quis nos descrever com esta figura eficaz. Usemos , então, essa verga, mas saibamos fazê-lo com inteligência e caridade, para que o nosso castigo seja para tornarem-se melhor". Na verdade toda a Bíblia está cheia de acontecimentos de uma "justa ira": a de Moisés e dos profetas, que, em nome de Deus, lançam contra a infidelidade do povo, a de Jesus frente aos mercadores no Templo. Alguns Padres da Igreja, até mesmo, entre os quais São João Crisóstomo, sustetam que "quem não se irrita quando houver razão para tal, comete um pecado" Lattanzio, até mesmo, escreve que "a graça não pode subsistir sem a cólera", pois "na própria cólera está a prova da graça". A ira de Deus, no entanto, é diferente da nossa, pois, não é uma paixão irracional: "Deus não é dominado pela ira, mas a conduz como acha melhor e mais lhe agrada". No Velho Testamento a ira de Deus é uma só coisa com o zelo por sua aliança, com o seu ciúmes de Israel, a quem é ligado "como um jovem esposa uma virgem" (Is 62,5) e por quem é continuamente traído.
Quanto a nós, devemos em primeiro lugar entender que a ira é um sentimento, e cada sentimento, escreve Pascal Ide, "é moralmente neutro; ainda mais, é psicologicamente bom. A ira fornece uma energia psicológica que a única razão não pode suscitar. Por outro lado, a ira aparece quando a justiça é lesada". Ela se torna uma "força moralmente legítima quando vem a serviço da justiça", em três condições: 1) boa intenção ; 2) objetivo justo; 3) harmônica reação. Em uma palavra: no centro de nossa atenção deve sempre estar o bem do próximo, esta é a bússola que deve nos guiar no falar e no calar, no intervir e no esperar com paciência. Por exemplo: o filho mais velho da parábola (Lc 15,25-32), irrita-se porque se sente tratado injustamente; no entanto, ele não se importava com a salvação de seu irmão, mas apenas com o seu interesse, não ama nem o pai, nem o irmão, logo, a sua ira não está a serviço da justiça. Na parábola do servo cruel (Mt 18, 21-35), por outro lado, temos uma reação exagerada: o servo ameaça de morte o companheiro que lhe deve pouco dinheiro. Tendo feito a experiência da misericórdia de Deus, não soube usar a Sua justiça!
É importante, além disso, se conhecer bem, como recorda sabiamente o Dicionário de espiritualidade: "Os temperamentos mais ardentes - e este era o caso de Dom Bosco! - prontos demais para considerarem justas as causas de sua ira, geralmente terão interesse em inspirar-se no pensamento de São Francisco de Sales, a desconfiarem de seu julgamento e serem, de preferência, inclinados a brandura; os que são mais fracos e que, por medo da responsabilidade, falta de firmeza de caráter ou por uma prudência demais humana, tendessem mais a uma solução dócil, seria mais conveniente se inclinarem mais para o lado da força. Esses ou aqueles, encontrarão mais facilmente o "meio termo", ao qual devemos nos ater. Dessa forma evitarão muitas
explosões injustificadas de ira e muitas formas de fraqueza que são aceitas muito facilmente."
Eu te darei a mestra - disse Jesus a Joãozinho no sonho dos nove anos - e sobre a disciplina dela poderá se tornar sábio, e sem a qual toda a sabedoria torna-se loucura". Em Maria, de fato, também a justiça e a discórdia são harmonizadas de maneira esplêndida; ela que jamais caiu para lidar com o pecado, é, por excelência o refúgio dos pecadores. No Salmo 84 todos os temas de nossa reflexão estão colocados juntos em uma esplêndida oração, na qual o orante pede a Deus que doe ao povo misericórdia e justiça, verdade e salvação. Um bom exercício espiritual, para unificar interiormente estas duas exigências imprescindíveis de nosso coração, é o de rezar todo dia com as palavras deste salmo, pensando que elas já foram realizadas plenamente em Maria, e pedindo humildemente a Deus que as realize ainda em cada um de nós.

NOTÍCIAS

TURIM - CONSELHO DA ADMA PRIMÁRIA (SEGUNDA PARTE)
Domingo, 1º de novembro de 2015, solenidade de Todos os Santos, os membros do Conselho da ADMA, com as respectivas famílias, se encontraram para um dia inteiro de partilha à luz e na graça do Congresso de Maria Auxiliadora, celebrado em agosto passado em Turim, e, refletindo na experiência de partilha nesses anos, cada um buscou responder a essas perguntas:
_ O que significa para mim, para a nossa família, fazer parte da ADMA?
_ Que aspecto considero importante cuidar mais, na vida da Associação?

Davide: para nós a ADMA é a segunda grande oportunidade que a Família Salesiana nos deu. Primeiro foi sermos animadores por muitos anos, depois, entrar como adultos, nesta grande família. Formamos esta rede, que permite a todos, um empenho ativo segundo as próprias possibilidades.

Chiara: encontramos a confirmação da vocação salesiana através de um empenho público na Família Salesiana. É uma coisa que não fomos nós que escolhemos, mas como compreendemos com o sigilo de Dom Bosco e a criatividade de Maria.Típico das coisas de Deus: não como você havia pensado, mas é muito melhor. Parece-nos importante levar à Família Salesiana enquanto grupo, o que a gente tinha perdido um pouco, isto é, relações verdadeiras e sinceras, uma partilha de corações, uma rede de relacionamentos cordiais, uma casa que acolhe. Nos relacionamentos com os SDB e as FMA talvez também haja necessidade de adultos "estáveis" com quem se relacionar, não apenas jovens, ou pessoas problemáticas ou doentes de individualismo. Criar ocasiões nas quais serem apoio uns aos outros , procurar a vez de dar uma mão não prática, mas espiritual. Dar aos consagrados, a experiência e a acolhida no cotidiano das famílias.

Pe. Pierluigi: repensar o papel e a formação dos animadores e animadoras espirituais dos grupos da ADMA. Dom Bosco era profético e sonhava com uma comunidade de consagrados e leigos juntos, partilhando vida e responsabilidade. A ADMA foi fundada em Turim e é renovada por Turim: é um belo sinal a todos.

Ir. Marilena: sou encarregada há 4 anos e descobri uma realidade que tem me enriquecido muito.Um pecado não poder compartilhar a fundo com nenhum consagrado.

Walter: para nós, as palavras chave de nossa vida são: Nossa Senhora, Eucaristia, Rosário, Jovens, Medjugorje. Cada retiro é um pouco como uma nova receita, clareia mais o objetivo de nossa vida. O grande dom de profundas amizades humanas em Cristo. Para o futuro penso que quanto mais avançarmos mais será difícil mantermos a temperaura alta, o calor dos relacionamentos entre nós. Números mais altos = temperatura mais baixa. Devemos velar sobre este risco e procurar a profundidade na verdade. Sem medo: na Bíblia, o povo de Deus está sempre em luta, e nós também, por causa do pecado de cada um.

Simonetta: nisto muito nos ajuda o testemuho dos Santos da Família Salesiana. Aprender com o exemplo deles, a cumprir pequenos passos com grande humildade.

Marianna: para mim foi importantíssimo encontrar as mães com quem compartilhar os trabalhos com os filhos, encontrar as famílias que partilham um caminho de fé, ser famílias com os meninos.

Pe. Pierluigi: o convívio das jovens famílias com os meninos é uma referência também afetiva muito importante. Também para a Pastoral Juvenil é útil um caminho educativo orientado às diversas vocações.

Sergio: considero que a ADMA seja uma grande ajuda para a educação dos filhos, um apoio na fidelidade à nossa vocação de esposos, uma continuidade além dos sentimentos e emoções , uma educação à obediência recíproca e ao Senhor. Importante o tema da educação à afetividade e aos relacionamentos com os outros.

Cecilia: na ADMA encontrei amigos da alma, verdadeiros e sinceros. Redescobri Maria como mãe que nos tem ajudado a crescer em nossa disponibilidade. Recebi a Graça de encontrar pessoas que nos precedem na santidade.

Rosanna: Maria me ensinou a substituir o pensamento "não é comigo" pela frase "sim, importa a mim" e ao mesmo tempo de oferecer-Lhe o problema de não ser capaz de resolver tudo, mas senão a um décimo daquilo que deveria ser feito. Creio que a tarefa principal da ADMA na Família Salesiana seja justamente a de ensinar a rezar, a importância fundamental da Adoração Eucarística, apesar de sofrer por ver como é difícil fazê-lo aceitar até pelos consagrados.
Ver crescer nossos meninos, ver germinar lentamente tantos sonhos de colaboração entre os vários grupos, enche-nos de alegria e de comoção: Maria vê nossos trabalhos e se serve deles para realizar os Seus Planos e a Glória de Deus, segundo o tempo que não cabe a nós decidir.

BOURNEMOUTH (REINO UNIDO) - FUNDAÇÃO DO SEGUNDO GRUPO DA ADMA
No dia 8 de dezembro de 2015, dia da Imaculada Conceição e da abertura do Ano da Misericórdia, com uma solene Missa concelebrada por Pe. Jordan Darryl, pároco da Igreja de São Tomás Moro, pelo nosso animador nacional, Pe. Francis Preston, salesiano, e por Dom Ronald Hishom, com a participação de mais de 50 pessoas e pela Delegação da ADMA de Londres, representada por Mary e sua família, foi fundado oficialmente o segundo grupo da ADMA da Inglaterra.
Começamos o nosso dia com a Adoração ao Santíssimo Sacramento, as confissões, o terço, a ladainha e as orações a Maria Auxiliadora, Em seguida tivemos a Missa, com a bênção da imagem de Maria Auxiliadora e a entrega do Diploma de fundação e de agregação do segundo grupo da ADMA no Reino Unido, na Igreja de São Tomás Moro, o mesmo santo da Igreja onde, em Londres foi fundado o primeiro grupo da ADMA por Madre Eugenia Pantalleresco há mais de 30 anos. O nosso novo grupo é composto por 10 membros provenientes de diversos países: Inglaterra, Irlanda, Chile, Peru, Colômbia, Mauricio. Durante a Santa Missa, Pe. Francis falou sobre Maria Auxiliadora , recordando o início da obra de Dom Bosco, em 8 de dezembro de 1841, e o início do Ano da Misericórdia, motivando-nos a promover o amor que a nossa Mãe Auxiliadora tem por nós. Depois houve um momento de festa.
Gostaria de agradecer os sacerdotes Pe. Darryl, Pe. Francis, Pe. Ron; Tim e Barry, membros da liturgia, que nos deram a oportunidade de celebrar e aumentar a Família Salesiana na Inglaterra e sobretudo ao nosso Animador espiritual, Pe. Pierluigi Cameroni, que facilitou levar a imagem de Maria Auxiliadora da Basílica de Turim, passando pela França e chegando na Inglaterra. Disse-nos que a Virgem Maria estava feliz em fazer a viagem com a nossa família e que Nossa Senhora nos ama muito. Por outro lado, levando em conta os conselhos de Madre Eugenia e de Pe. Pierluigi, Maria Auxiliadora queria uma nova sede e queria abençoar a Inglaterra, em uma igreja dedicada a São Tomás Moro, mártir que defendeu a família e o sacramento do matrimônio.
Esperamos que São Domingos Sávio, que em visão viu a conversão da Inglaterra, ajude-nos a promover e a fazer crescer o número dos devotos e sobretudo o amor ao Santíssimo Sacramento e a devoção a Maria Auxiliadora nesta parte do mundo.
Os nossos mais sinceros votos de agradecimentos ao nosso presidente Tullio Lucca e a todos os organizadores e grupos da ADMA que nos motivaram durante o Congresso para reforçar a nossa fé e o amor a Maria Auxiliadora; bênçãos a todos e a cada um dos membros da ADMA no mundo e toda a Família Salesiana (Romy Rosario Powles com a sua família) .

TURIM - ADMA PRIMÁRIA
No dia 8 de dezembro de 2015, na Festa da Imaculada, como é tradição, a Família Salesiana de Turim se encontrou na Igreja São Francisco de Assis para comemorar o início do oratório, lembrando o encontro de Dom Bosco com Bartolomeo Garelli. A Eucaristia foi presidida por Pe. Stefano Mondin, Delegado ICP para a Pastoral Juvenil, enquanto a ADMA animou a celebração . Com a Ave Maria recitada com aquele primeiro menino, Dom Bosco confiou a Maria todos os meninos de sua obra.

PORTO ALEGRE (BRASIL) - VI ENCONTRO INSPETORIAL DA ADMA
A Inspetoria Salesiana São Pio X (Brasil - Porto Alegre) teve o VI Encontro Inspetorial da ADMA no dia 27 de setembro de 2015, na casa inspetorial das Filhas de Maria Auxiliadora de Porto Alegre. O evento teve como tema "Maria Imaculada e Auxiliadora na missão de Dom Bosco". Participaram 75 associados provenientes dos centros de Bagé, Santa Rosa e Viamão (RS); Itajaí, Joinville e Massaranduba (SC); Curitiba (PR). Entre os participantes, os animadores espirituais de Bagé, Pe. Juarez Testoni; de Rio Grande, Pe. Tiago Rodrigues Lopes; de Joinville, Pe. Severino Piccini; de Itajaí, Pe. Marcio Lacoski; e o animador inspetorial, Pe. Tarcizio Paulo Odelli.
A oração ajudou os participantes a refletirem sobre algumas atitudes de Maria. Depois houve a apresentação dos participantes e a reza do terço, dirigida pelo grupo de Curitiba. Foi realizada uma animação para construir um terço de flores, no chão, enquanto rezavam as Ave Marias.
Ir. Claudete e Ir. Marcia Koffermann apresentaram o tema de forma dinâmica, sobre a figura de Maria Imaculada e Auxiliadora dos Cristãos na vida de Dom Bosco.
No período da tarde, os grupos apresentaram as atividades e os trabalhos desenvolvidos em 2015. Em seguida houve a Celebração Eucarística, presidida pelo inspetor Pe. Asídio Deretti, que encorajou todos os participantes a continuarem a desenvolver com muita coragem, a missão na Família Salesiana. Ele recordou o tema do último Congresso Internacional "Da casa de Maria às nossas casas". Concluiu-se o encontro com um momento de confraternização. Agradecemos a acolhida recebida pelas Irmãs Salesianas da casa inspetorial Santa Teresa, em especial, pela inspetora, Ir. Maria Floriani.

INTENÇÃO DE ORAÇÃO MISSIONÁRIA - JANEIRO 2016
Para que o Senhor inspire e sustente em nossas comunidades, a acolhida e o acompanhamento dos refugiados cristãos do Oriente Médio, que fazem parte da grande multidão de refugiados presentes na região.

SANTO DO MÊS - JANEIRO DE 2016
O Servo de Deus Pe. Constantino Vendrame (1893 - 1957), ardente missionário no Nordeste da Índia e grande devoto do S. Coração, em seus Apontamentos missionários escreve: "Saber confiar, quer dizer caminhar no caminho fechado entre duas medidas: a desconfiança absoluta de si, a confiança ilimitada, sem igual, sem reservas, em Deus. Saber confiar no amor misericordioso de Deus... Ninguém é mais necessitado e nu, ninguém é mais inválido e faminto e sedento do que quem está privado do conhecimento e da graça de Deus".


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