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ADMA: ASSOCIAÇÃO DE MARIA AUXILIADORA
 Mensagem Mensal :  24 de outubro 2015
   

Maria dá-nos uma fé forte

Nossa Senhora nos exorta a sermos fortes e resolutos na fé. Ela reza por nós e conosco, para que o Espírito Santo cumule nossos corações com uma forte fé. Evidentemente, Nossa Senhora percebe que precisamos disto. Negligenciando a oração, a fé enfraquece e depois, se perde. Nossa Senhora nos pede para rezar para que toda a nossa vida se torne oração. É importante estarmos firmes no caminho da oração, porque quando nos sentimos cansados, não temos vontade de rezar... Este nos estimular à oração, também, entre pais e filhos, é vital para cada um de nós. Trata-se de estimular o que está para baixo, ajudar quem está cansado, ajudar espiritualmente aquele que precisa. Somos chamados a fazer de nossa vida, uma constante oração, uma relação com Deus nosso Pai, vivendo em sua presença e fazendo a sua vontade. Tal fé orante se traduz em adoração e em serviço generoso ao próximo, principalmente ao mais necessitado. Alegra-nos, nesta perspectiva, recordarmos o convite feito pelo inspetor do Piemonte Valle d'Aosta, Pe. Enrico Stasi, para valorizarmos nas comunidades salesianas, a comemoração mensal do dia 24.
Em nossos grupos e famílias, devemos intensificar a adoração e a reza do Terço pela família. Em uma carta, escrita por Irmã Lucia, de Fátima, a Dom Carlo Caffarra (hoje, Cardeal de Bolonha), encarregado por João Paulo II de idealizar e fundar o Pontifício Instituto para os Estudos sobre Matrimônio e Família, a vidente de Fátima escrevia que a batalha final entre o Senhor e o reino de Satanás será sobre a família e sobre o matrimônio. Não tenha medo, acrescentava, pois todos os que trabalham pela santidade do matrimônio e da família sempre serão combatidos e contrariados de todos os modos, pois esse é o ponto decisivo. E então, concluía: mas Nossa Senhora já esmagou a cabeça da serpente. Esta é a questão, porque toca o pilar da criação, a verdade da relação entre o homem e a mulher e entre as gerações. Ao atingir o pilar, o edifício todo desmorona, e isto a gente vê agora.
Comentando na carta circular de 24 de setembro, o evento do VII Congresso de Maria Auxiliadora, Madre Yvonne Reungoat, superiora geral das FMA, assim escreve: "Constatei como, esta presença (de Maria) em nossa vida leva à luz potencialidade e recursos a um grau de transformar o mundo a partir das famílias, e suscitar um renovado impulso vocacional para a Família Salesiana, sobretudo entre os jovens e as jovens. O tema escolhido está em profunda consonância com a escolha da Igreja, que dedica dois Sínodos à família. Como Filhas de Maria Auxiliadora sentimo-nos em grande sintonia com a Associação de Maria Auxiliadora." A este respeito, mais à frente, apresentamos o texto enviado por Irmã Luisa Miranda, Conselheira FMA para a Família Salesiana, às Inspetoras e Visitadoras.
Confortados por esta comunhão espiritual e educativa, continuemos o nosso caminho da associação com espírito de alegria e compromisso.

Sr. Lucca Tullio, Presidente
Pe. Pierluigi Cameroni SDB, Animador espiritual

Com Maria e como Maria
Regenerados em Sua Misericórdia

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2. A misericórdia é o centro da fé
Irmã Linda Pocher FMA
Convidados ao banquete da Palavra

No ano santo da misericórdia, queremos colocar em prática, o convite de Jesus "Sejam misericordiosos como o vosso Pai é misericordioso" (Lc 6,36). Trata-se, escreve o Papa, de "um programa de vida tão empenhador quanto rico em alegria e paz" que, para ser realizado, requer, em primeiro lugar, o "recuperar o valor do silêncio para meditar a Palavra que nos é apresentada. Desta maneira, é possível contemplar a misericórdia de Deus e assumi-la como próprio estilo de vida" (MV 13). O "imperativo à misericórdia" foi apresentado por Jesus, antes de tudo, a seus discípulos: aquele que escuta intencionalmente a sua palavra (cf Lc 6,27). Por isto, olhando para eles, podemos saber o que significa meditar, contemplar e assumir a Palavra. O Evangelho nos conta que eles, após terem encontrado Jesus, começaram a permanecer sempre e em todo lugar com Ele (Jo 1,39). Toda a vida deles era envolvida na relação com o Mestre e justamente esta proximidade os tornava ouvintes privilegiados de seu ensinamento. Esta proximidade, unida ao dom pascal do Espírito, transformou-os de homens rudes e presunçosos em missionários da misericórdia.
Mas quem não é contemporâneo de Jesus, como conseguir se deixar envolver totalmente por Ele? Na celebração da Eucaristia, onde o Senhor nos convida a todos ao banquete de sua Palavra, aí podemos escutar a sua voz e comer de seu corpo "pascal", "cheio do Espírito Santo" escreve Congar, e a única coisa que nos pode afastar de sua amorosa presença, é a desgraça de cairmos em pecados graves! Participar, com fé, da Eucaristia, é, então, a via mestra para entrarmos com todo o nosso ser, no relacionamento com Jesus. Para permanecermos neste relacionamento e nos deixarmos transformar por ele, a Igreja tem sugerido desde sempre, dedicarmos a cada dia, um pouco de tempo à meditação desta mesma Palavra, que chega a nós pela celebração: se, de fato, na Eucaristia, é o próprio Deus quem nos convida à sua casa, em nossa meditação cotidiana da Palavra de Deus, somos nós, a convidá- Lo e a abrir-Lhe a casa de nosso coração.
Frequentando diariamente a Palavra, aprendemos, por um lado, a sermos verdadeiramente nós mesmos diante de Deus e, por outro lado, a deixarmos a Ele, plena liberdade de agir em nossa vida. De maneira concreta, trata-se de nos colocarmos em um lugar tranquilo, em silêncio, de pedirmos realmente a ajuda do Espírito Santo e de Maria Auxiliadora, pegarmos o Evangelho e depois, com a fé de que Deus está falando conosco, lermos e nos imaginarmos na cena que está sendo contada, experimentando reviver o que aqueles homens e mulheres sobre quem se fala na narrativa, viveram na presença de Jesus: surpresa frente aos seus gestos sem precedentes, rebelião frente aos pedidos mais radicais, consolação na experiência, através Dele, da infinita bondade do Pai. Aos poucos, sentiremos crescer em nós, o sincero afeto por Jesus, a capacidade de reconhecermos os nossos pecados e o desejo e a força de colocarmos em prática o seu ensinamento.
A escuta da Palavra de Deus, então, para ser autêntica meditação e contemplação que transforma, deve atingir toda a nossa vida e deve ser guiada pelo Espírito Santo, que, como Jesus ensinara a seus discípulos, tem a missão de fazer recordar suas palavras, de fazer com que sejam compreendidas e torná-las continuamente vivas e eficazes (Jo 14,26).
Antes de continuar, perguntemo-nos: que lugar realmente ocupa, em minha vida de fé, a escuta da Palavra de Deus?

Lá estava a Mãe de Jesus
Onde Deus se dirige aos homens, em gestos e palavras, aí está Maria, sempre. Como a mãe que ensina o seu filho a caminhar, ela nos toma pela mão e nos conduz a Jesus. Com a palavra e com o exemplo, sugere-nos como se comportar com Ele. Esta presença materna, que a gente só tem que agradecer, porque se trata de um dom que precede cada uma de nossas iniciativas ou vontades, é apresentada de modo transparente na narrativa das Bodas de Caná (Jo 2,1-11). Contemplando esta passagem do Evangelho, podemos perceber como a fé dos discípulos é fruto da misericórdia de Deus, e como Maria colabora com Jesus na transformação dos discípulos, de homens incrédulos para crentes. De fato, o evangelista escreve: "Isto, em Caná da Galiléia foi o início dos sinais realizados por Jesus; ele manifestou a sua glória e os discípulos acreditaram nele" (Jo 2,11). Isto que é "início", é também fundamento e paradigma. O início dos sinais de Jesus, fala, então, do estilo e objetivo de todos os seus sinais. O início da fé dos discípulos é o início e o estilo de nossa fé.
"A glória de Deus - ensina Santo Irineu - é o homem vivo", ou seja, o homem arrancado da ameaça de morte e colocado na vida eterna. Exatamente no sinal da água que se transforma em vinho, para reaver as alegrias de uma festa de casamento perto da falência, os discípulos reconhecem a obra da divina misericórdia que pende sobre a miséria das suas criaturas e as salva. Eles, que no primeiro encontro com Jesus ficaram fascinados pela grandeza misteriosa de sua figura, começam, então, colocar sua confiança Nele. Esta pequena semente é fundamental, porque é só a partir daí, que se abre para Jesus, a possibilidade de fazê-los ver "coisas maiores do que estas" (Jo 1,50; 3,12). A falta de fé, de fato, é o grande obstáculo que pode impedir a Deus de manifestar a sua misericórdia.
A mediação de Maria é tão importante na realização do sinal, que a sua presença é apresentada pelo evangelista antes mesmo da presença de seu Filho: "houve um casamento em Caná da Galiléia e a mãe de Jesus estava lá. Jesus foi convidado para o casamento e os seus discípulos também" (Jo 2,1-2). Sob o olhar dos discípulos, ela primeiro mostra ao Senhor, a pobreza dos Noivos - "não têm mais vinho"; depois, pede disponibilidade total aos servos, - " fazei tudo o que ele vos disser". Ao contrário dos noivos, que receberam o dom sem saber, os discípulos perceberam o que aconteceu. E também, se por um momento, a resposta incisiva de Jesus "que queres de mim, mulher?" fora incompreensível a eles, mais ainda o foi o fato da oração de Maria ser ouvida de modo tão exuberante - uma talha de pedra podia conter de 80 a 120 litros d'água! - ao vivo, viram em Maria, o que é a fé: íntimo e profundo conhecimento, simplicidade no pedir, confiança mesmo diante de aparências contrárias, disponibilidade incondicional.
Tudo isto, Maria aprendeu nos anos de Nazaré, quando, dócil ao Espírito Santo, tomava conta de Jesus e ao mesmo tempo, era preparada por Ele para se tornar Mãe de todos os crentes. E quando finalmente chegar "a hora" de Jesus no Calvário, e Ele for abandonado por todos e pregado na cruz, Maria ainda será a primeira a acolher o dom. Diante do realismo do sangue vertido e do Espírito Santo derramado por amor dos pecadores, ficará claro, também, o enigma da água transformada em vinho: tratava-se realmente só de um "sinal"! Uma antecipação simbólica de uma realidade muito maior: "o Senhor transforma a água da natureza no vinho da graça. Não um pequeno copo de vinho, diz Balthasar - as seis talhas, mas toda a água da vida humana - o seu fazer e deixar, o seu sono, comer e amar e morrer - tudo isto é tomado em sua metaformose, e até o fim podemos servir este vinho ao Senhor, como nosso melhor vinho".
A misericórdia de Deus, o seu curvar-se sobre nós em Jesus, é o âmago de nossa fé: a Sua bondade, que, desde o início de nossa vida é derramada sobre nós de tantas maneiras, precedeu e acompanhou pacientemente, o amadurecimento de nossa fé Nele. Talvez, assim como os esposos de Caná, também nós tenhamos gozado da intercessão de Maria ao longo do caminho, sem nos darmos conta disso, a não ser que tenhamos encontrado alguém que tenha nos ajudado a tomar consciência disso. A experiência de se perceber precedido pela misericórdia de Deus Pai e pela proteção materna de Maria, encontra-se também, na origem do método educativo de Dom Bosco, a ponto de, como Ir. Piera Ruffinato nos mostrara no último Congresso de Maria Auxiliadora, "a experiência da filialidade mariana... ser para cada membro da Família Salesiana, o pressuposto necessário para assumir e viver o estilo de paternidade/maternidade educativa do Sistema Preventivo.
Mas esta consciência preciosa, nem mesmo Dom Bosco a amadureceu por si só. Em primeiro lugar, foi Margarida, com a sua fé forte e a sua sábia arte mistagógica, que introduz Joãozinho, "no relacionamento certo com Deus", que o fez sentir "filho predileto" de Maria. Na mediação educativa de Margarida, vieram outras, igualmente significativas: Pe. Calosso, o amigo Luiz Comollo, Pe. Cafasso, que de diferentes e complementares maneiras, contribuiram, ao longo de toda a sua vida, para fazer gerar e crescer o João Bosco de fé, até a grandeza de sua santidade. O próprio Dom Bosco afirma em suas Memórias que a ajuda deles foi indispensável.
Perguntemo-nos: em minha vida, atualmente, há uma pessoa, madura na fé, a quem me confio, e que pode ajudar que minha confiança em Deus e em Maria cresça?

Fazer-se servo como Maria
Na Capela Scrovegni de Pádua, há um afresco de Giotto que representa as Bodas de Caná. Os diversos momentos da narrativa estão unidos em um único quadro: Jesus e Maria encontram-se nos dois extremos da mesa, ambos com o olhar voltado aos servos e com a mão direita levantada num gesto de dar uma ordem. Ao lado de Jesus, João e Pedro observam e comentam o ocorrido. Ao lado de Maria, os Esposos: a esposa olha para o esposo, enquanto ele olha para fora do quadro, chamando assim, a nossa atenção. No centro da cena, os servos: um escuta atentamente Jesus; um se inclina em direção a Maria; um oferece o vinho ao mestre-sala; um enche as talhas de água. Com seus gestos simples, os servos constituem o centro da ação, que não poderia ter acontecido sem a prontidão e a disponibilidade deles de colocarem em prática, o comando do Senhor.
A fé dos servos, neste caso, é mais madura do que a dos discípulos. Se Maria, que disse sobre si mesma "eu sou a serva" (Lc 1,38.48) -, busca a colaboração deles, é também para mostrar aos discípulos a que são chamados a se tranformarem. Os servos correspondem às suas expectativas, fazendo bem o que lhes pediu. Na verdade, nada de extraordinário, mas o trabalho habitual nos bastidores de uma festa: levar a água, certificar-se de que tudo está pronto e a disposição do anfitrião e de seus convidados. O próprio Jesus, o Senhor, gosta de se definir como "servo" (Mt 20,28), sobretudo ao anunciar a sua paixão. Mas depois, no momento de sua partida, disse aos seus discípulos: "já não vos chamo servos, mas eu vos chamo amigos" (Jo 15). Maravilha da misericórdia divina: quem se despojou de si e se rebaixou em humilde obediência, tem um lugar de honra no Céu! Também neste caso, a primeira foi Maria, ela, a Serva, torna-se a Rainha à direita do Rei. "Nos cansaços e nos sofrimentos" escrevia Dom Bosco aos primeiros missionários salesianos, "não se esqueçam de que temos um grande prêmio preparado no céu".
Irmã Maria Romero - entre tantas estrelas da Família Salesiana - resplandece particularmente por sua fé límpida em Jesus e Maria, que era toda para os pobres, suas necessidades materiais e espirituais. "À sua presença, percebia-se a ação do Espírito Santo", diziam as suas misioneritas, ou as meninas formadas por ela para irem às periferias urbanas e vilas mais afastadas. Não obstante a imponência de sua obra apostólica, acima de tudo encanta, o seu se sentir "humilde instrumento" do amor de Deus. Como Maria, a serva, Irmã Maria se coloca à disposição com simplicidade, sem reservas - incompreensões e dificuldades sem limites -, para que Deus possa chegar aos mais pobres e envolvê-los de misericórdia.
Como para os servos em Caná, a prontidão e a disponibilidade em colocar a Palavra de Deus em prática, deveria ser, então, uma marca registrada dos devotos de Maria Auxiliadora. Perguntemo-nos: estou disponível para fazer, custe o que custar, o que me pede Jesus?

Instituto das Filhas de Maria Auxiliadora
Via dell'Ateneo Salesiano, 81 / 00139 ROMA, Itália
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Às Inspetoras e Superioras de Visitatórias
Às responsáveis Inspetoriais da Família Salesiana
Às Animadoras da ADMA

Caríssimas irmãs, lhes saúdo com muito afeto após a intensa e bela experiência vivida nas celebrações do Bicentenário de nascimento de Dom Bosco, que viu uma intensa atividade dos jovens e dos grupos da Família Salesiana, em especial, da ADMA, com o VII Congresso Internacional de Maria Auxiliadora em Turim; das Ex-alunas, na V Assembléia Mundial eletiva em Mornese e dos SSCC., com o encontro do novo Conselho Mundial em Turim. Foram dias de uma explosão única do carisma salesiano, com os seus diversos rostos, em uma pluralidade de línguas que dão "as cores de hoje" ao retrato falado feito por nosso amado Pai Dom Bosco.
Neste momento gostaria de enfatizar a riqueza partilhada no VII Congresso Internacional de Maria Auxiliadora, dedicado em particular, à família: Hic domus mea, inde gloria mea - da casa de Maria às nossas casas. Os temas tratados, os testemunhos, a oração, a presença das famílias: crianças, jovens e adultos, deram um colorido especial a este Congresso destinado a toda a Família Salesiana. Gostaria de convidá-las para visitar o web site deste evento, onde vocês encontrarão a programação de tudo o que vivemos ali: temas, documentos, e também documentação fotográfica e de vídeos que o torna mais vivo e concreto. As línguas disponíveis são: italiano, inglês e espanhol. O link é:
http://www.congressomariaausiliatrice2015.org/images/AttiCongressoFinal.pdf.
A ADMA (Associação de Maria Auxiliadora), está se tornando em muitos lugares, uma força de renovação para as famílias, como está acontecendo em algumas de nossas obras. Maria, que para nós, é sempre Auxiliadora, é uma fonte de renovação espiritual para muitas famílias, grupos, comunidades educativas, e paroquiais. Dom Bosco a pensou assim:
A Associação de Maria Auxiliadora oferece um caminho de santificação e de apostolado salesiano. De maneira especial, Dom Bosco a fundou para envolver a maioria das pessoas do povo na espiritualidade e na missão da Congregação salesiana, como segundo Grupo de sua Obra.
Valoriza, de maneira especial, o culto da Eucaristia e da devoção a Maria Auxiliadora, em todas as formas, públicas e privadas, aprovadas pela Igreja. Obra em comunhão e fidelidade aos Pastores da Igreja e em colaboração com os outros grupos eclesiais, principalmente com os da Família Salesiana. 1 Regulamento 2003. Art. 2
Hoje, neste momento difícil, principalmente para as famílias, Maria continua dizendo a Jesus: Eles não têm mais vinho, e para nós: Fazei tudo o que Ele vos disser (Jo 2, 2-5). Este empenho pela família foi assinalado pelo Papa Francisco em sua Carta à Família Salesiana, assim como nos Registros do CG XXIII, porque isto hoje é uma emergência e uma periferia existencial.
Gostaria de lhes comunicar que para eventuais informações sobre a ADMA, podem entrar em contato com Ir. Leslye Sándigo: lessandigo24@gmail.com. No web site do Instituto encontrarão o link para acessarem o web site da ADMA, onde a cada mês, há em 7 línguas, o tema de formação para a animação dos grupos. Enviamo-lhes também, em anexo, as Orientações e empenhos da ADMA.
Na Festa da Natividade de Nossa Senhora, princípio de nossa salvação, invoquemos sobre todas as famílias, e para as nossas comunidades educativas, a sua presença e bênção.
Junto à Madre, lhes saúdo com muito afeto.
Ir. Maria Luisa Miranda L. Conselheira para a Família Salesiana
8 de setembro de 2015

Notícias

VII CONGRESSO - ENCONTRO DA ADMA PRIMÁRIA
Sábado, 19 e domingo, 20 de setembro de 2015, cerca de 150 adultos das famílias da ADMA Primária de Turim encontraram-se para dois dias de partilha sobre a experiência do Congresso. Os ecos manifestados são bastante positivos e pensamos em partilhá-los em um encarte especial que colocaremos na nossa página na internet. Foi confirmado por todos como viveram algo belo, espiritualmente forte e intenso, e de como Maria Auxiliadora acompanha e renova a sua Associação com uma especial atenção à família em sintonia com o caminho da Igreja.

VII CONGRESSO - TESTEMUNHO DA ARGENTINA
Depois de ter vivido dias tão intensos e plenos de alegria, em Turim, gostaria de lhes agradecer por todas as atenções e congratular-me com todos aqueles que, de alguma forma, participaram e contribuiram para nos fazer sentir em casa, tão bem acolhidos.
Gostaria de perguntar se há alguma recomendação para se constituir a ADMA das Famílias, pois devemos estar cientes de como conseguir cuidar da formação desta realidade da ADMA. É um sonho que gostaria de ver realizado, procurando experimentar esta oportunidade em minha casa salesiana, porque isso me tocou: "de geração em geração", e me dei conta de que só assim deixaremos aos nossos descendentes este amor por nossa Mãe Auxiliadora e pelo nosso Pai Dom Bosco. (Alicia G. Di Gaetano Canali, Vice-presidente do Conselho Provincial de ARS - Argentina).

VII CONGRESSO - TESTEMUNHO DO CHILE
Não sei se podem imaginar o que senti quando pus os pés na casa de nossa Mãe Maria pela primeira vez... passou como uma corrente elétrica em meu corpo e as lágrimas escorreram sem eu perceber. Posso testemunhar, com certeza, que senti o seu abraço que me acolheu dando-me as boas vindas à sua casa. E seguramente percebi, por meus cinco sentidos, plenamente, o lema de nosso congresso: "Hic domus mea inde gloria mea".
Cada testemunho que fez parte desse Congresso foi de uma riqueza inestimável... Não apenas escutar, mas estar em sintonia com o Espírito Santo e sentir no mais profundo de nosso ser, a mensagem que quer entregar às nossas vidas; agradecer cada um por haver partilhado uma parte de sua vida.
Hoje, trabalhando com os olhos fixos em Jesus, guiados por nossa Mãe Auxiliadora, avançando no caminho deixado por Dom Bosco, que, como pai e mestre nos deixou um claro caminho para a dedicação às famílias, não apenas aquelas que Deus nos dá para cuidar, mas também por aquelas que vamos resgatar e formar no caminho de nossa vida. Diálogo, respeito, amor, religião, são fundamentais para levar o perfume do Espírito Santo de nossa vida para as vidas deles. (Lilian Via San Martin, Presidente La Serena - Chile).

MADRI - ENCONTRO DA COORDENAÇÃO NACIONAL
Sábado, 26 de setembro de 2015, na casa inspetorial de Madri, aconteceu o encontro da Coordenação Nacional da ADMA, da Espanha, com a participação de diversos leigos, animadores SDB e animadoras FMA, provenientes de diversas regiões do país. O Pe. Joan Faner dirigiu o encontro que apresentou e orientou a discussão sobre os diversos temas colocados à ordem do dia. No início foi feita uma saudação ao Pe. Pierluigi Cameroni, Animador mundial da Associação, que participou do encontro, oferecendo a sua contribuição em termos de orientação e apoio. Partilhamos as experiências do VII Congresso Internacional, enfatizando tanto o lado positivo do encontro, quanto a necessidade de continuar o caminho tomado em favor das famílias, valorizando os ricos conteúdos propostos. Ao mesmo tempo foram partilhadas as diversas propostas sobre o caminho de formação dos grupos, com ênfase na importância do caminho proposto mensalmente através da ADMAonline. Foram três os temas sobre organização: a elaboração de um regulamento para a Constituição de uma Coordenação nacional da ADMA; a organização dos dias de formação, programados para o fim de julho de 2016; a proposta de alguns dias de formação em Minorca.

JUDIBANA (VENEZUELA) - DIPLOMA DE AGREGAÇÃO
A delegação da ADMA de Judibana recebe com imensa alegria, o Diploma de Agregação à Associação Primária do Santuário de Maria Auxiliadora de Turim-Valdocco. Em nossas mentes e em nossas orações, todos os associados que retornaram à casa do Pai, pilares de nossa associação e todos os que o seguem no belíssimo e gratificante caminho, que acontece há mais de meio século na paróquia Cristo Rei de Judibana. Viva Jesus! Viva Maria!


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SEDE ADMA | Torino-Valdocco, Italia:
ADMA | Santuario Basilica di Maria Ausiliatrice
Via Maria Ausiliatrice 32 | 10152 TORINO-VALDOCCO / ITALIA
Tel.: 0039-011-5224216 / Fax.: 0039-011-52224213
E-mail: adma.torino@tiscali.it 
                  
Presidente ADMA: Signor LUCCA TULLIO ((encargo até 2014) E-mail: lucca.tullio@alice.it
Animador Espiritual da ADMA: Don Pier Luigi CAMERONI |
Casa Generalizia SDB - Via Pisana 111 - 00163 ROMA -
E-mail: pcameroni@sdb.org
                       
Internet: www.donbosco-torino.itwww.admadonbosco.org


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