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ADMA: ASSOCIAÇÃO DE MARIA AUXILIADORA
 Mensagem Mensal :  24 de abril 2015
   

Maria nos exorta a rezar e a lutar contra as tentações e o maligno

Maria Auxiliadora é a Nossa Senhora dos tempos difíceis, que, com a sua presença nos guia no caminho da conversão. É u'a mãe cuidadosa e precavida pela salvação de seus filhos, sobretudo aqueles que estão fechados à graça e não escutam os seus apelos. A Mãe nos exorta a resistir, firmes na fé, contra a tentação do demônio, de construir um mundo sem Deus, onde o homem se ilude a fazer aquilo que quer. Para este mundo não há nem futuro, nem vida eterna. Olhemos para o Crucificado-Ressuscitado, tenhamos em mãos, a Cruz, da qual vem a salvação do mundo e que renova em nós a vitória de Cristo contra satanás.
Com isto em mente, acolhamos com gratidão, o anúncio de um grande acontecimento eclesial: "Queridos irmãos e irmãs, pensei em como a Igreja pode tornar mais evidente a sua missão de ser testemunha da misericórdia. É um caminho que começba com uma conversão espiritual. Por isso, decidi anunciar um Jubileu extraordinário que tenha no centro a misericórdia de Deus. Será um Ano Santo da Misericórdia. Queremos vivê-lo à luz da Palavra do Senhor: 'Sejais misericordiosos como o Pai' (Lc 6, 36)"... Este Ano Santo terá início na próxima solenidade da Imaculada Conceição e concluir-se-á a 20 de Novembro de 2016, Domingo de Nosso Senhor Jesus Cristo Rei do Universo e rosto vivo da misericórdia do Pai. Estou certo de que toda a Igreja, que tem tanta necessidade de receber misericórdia, porque somos pecadores, poderá encontrar neste Jubileu a alegria para redescobrir e tornar fecunda a misericórdia de Deus, com a qual cada um de nós está chamado a dar conforto a todos os homens e mulheres do nosso tempo. Não nos esqueçamos de que Deus perdoa tudo, e Deus perdoa sempre. Não nos cansemos de pedir perdão. Desde já confiamos este Ano à Mãe da Misericórdia, para que dirija para nós o seu olhar e vele sobre o nosso caminho: o nosso caminho penitencial, o nosso caminho com o coração aberto, durante um ano, para receber a indulgência de Deus, para receber a misericórdia de Deus" (Papa Francisco, 13 de março de 2015).
Continua o caminho de preparação e de aproximação ao VII Congresso Internacional de Maria Auxiliadora (Turim - Colle Dom Bosco, 6 a 9 de agosto de 2015), graças à Providência e à disponibilidade de muitas pessoas e grupos de boa vontade que estão dando a sua contribuição para o êxito do evento. Somos gratos pelas inscrições já efetuadas e pelas manifestações de interesse que, de diversas partes do mundo, fazem-nos entender o quanto a Família Salesiana, que ama Maria Auxiliadora, está se mobilizando para estar presente neste evento tão significativo, na época do Bicentenário de Nascimento de Dom Bosco e da instituição da Festa Litúrgica de Maria Auxiliadora. Para maiores informações é possível visitar o site do Congresso ou escrever ao endereço de e-mail : congresso@admadonbosco.org
Desejamos a todos os nossos associados e grupos, que vivam com especial devoção a novena e a festa de Maria Auxiliadora, confiando de modo especial a Ela, o Congresso de agosto.

Sr. Lucca Tullio, Presidente - Pe. Pierluigi Cameroni SDB, Animador espiritual

VII Congresso Internacional de Maria Auxiliadora
Torino-Valdocco / Cole Dom Bosco - 6 - 9 de agosto de 2015

Hic domus mea, inde gloria mea
Da casa de Maria às nossas casas: a sua misericórdia de geração em geração

8. A casa, lugar de amor fraterno - Pe. Roberto Carelli

A fraternidade é uma declinação essencial do amor familiar e eclesial: é ao mesmo tempo o fruto da fecundidade natural, porque os irmãos e irmãs nascem do amor dos esposos; e é fruto da fecundidade sobrenatural, porque com a sua Encarnação e Paixão, o Filho de Deus se fez nosso irmão e nos tornou a todos, irmãos e irmãs unidos no amor do único Pai. A fraternidade é a tal ponto central, no vocabulário cristão, que, amor cristão e amor fraterno tendem a se identificarem.
É de tal forma, óbvio entre cristãos, se chamarem de irmãos e irmãs no Senhor, particularmente entre consagrados e consagradas, que se corre o risco de banalizar os termos. De fato, como observa Papa Francisco, irmão e irmã são ao mesmo tempo "palavras que o cristianismo ama muito" e "palavras que todas as culturas e todas as épocas compreendem". Por isso é necessário reconhecer que a fraternidade na fé e o ideal da comunhão universal são dons de Deus, não da natureza: são frutos da Páscoa do Senhor, e, não, trabalho das mãos humanas. Onde se atenua a percepção do dom de Deus, o ideal da fraternidade dá lugar ao princípio pagão, ao nacionalismo, ao egoísmo familiar. Neste caso, ao invés de se manifestarem os valores básicos de hospitalidade e igualdade, ocorre o contrário: intensificam-se as diferenças, suscitam-se desconfianças, estranhezas, inimizades, conflitos.
Instrutiva é a parábola da cultura moderna, na qual, o ideal de fraternidade, fundamentado em dados racionais humanos, ao invés de estar fundamentado na fé na paternidade de Deus, gera os monstros da cultura individualista, das políticas nacionalistas e das ideologias racistas, para, então, se transformar na filantropia de 68 ou no globalismo de hoje. Não tem escapatória: a fraternidade se fundamenta na família e em Deus, e não em qualquer outro lugar! É fruto da geração e da redenção, não de uma instituição ou de uma convenção! Está escrita na carne e no sangue dos pais, e é resgatada na carne e no sangue de Cristo! Não se pode confundir a "fraternidade" cristã com a "fraternidade" iluminista: a primeira é concreta, a segunda, uma abstração; uma é a porta da vida e a outra semeia morte. Como disse Papa Francisco, "talvez nem sempre estejamos conscientes disso, mas é a família que introduz a fraternidade no mundo", e, é daí, "que se irradia a toda a sociedade"! Um vago filantropismo, fundamentado no sentimento da comum natureza humana, resulta inacabado e imperfeito, incapaz de corrigir aquele impulso egoista presente no coração do homem. Por isto - acrescenta o Papa - "também a liberdade e a igualdade, sem a fraternidade, podem encher-se de individualismo e de conformismo".
As Escrituras conhecem bem a beleza e o drama da fraternidade. De Caim e Abel a Jacó e Esaú, ou José e os seus irmãos, às parábolas de Jesus (a dos dois filhos e a do pai misericordioso), as Escrituras fazem vir à tona o perfil ambivalente da fraternidade: experiência ao mesmo tempo estruturante e incômoda, gera a liberdade, mas também gera a ameaça, é capaz de escolher, mas não é objeto de escolha, é ter a mesma origem, mas destinos diversos, é experiência de unidade, porém, assinalada por confrontos, é perene tensão entre afeto e inveja, reivindicação do próprio espaço e capacidade de dar lugar. Eis, pois, que, por um lado, as Escrituras podem exclamar "como é bom, como é agradável para irmãos unidos viverem juntos" (Sl 132,1), mas depois se pergunta "por que razão somos pérfidos uns para com os outros, violando assim o pacto de nossos pais?" (Mal 2,9). Aprofundemos a dialética da fraternidade com quatro observações:

1. O vínculo menos arbitrário e o mais longo. Assim como os pais, também não escolhemos os irmãos, os encontramos. Mas diferente do que com os pais, o vínculo com os irmãos é o vínculo mais duradouro: precede em muito o vínculo de ser esposos e sobrevive à morte dos pais. Por isto é um vínculo tranquilo, e, incômodo. Gera uma aliança tão forte quanto não escrita, mas é mais inesperada do que querida. Infunde segurança, mas exige acolhimento e paciência no aceitar e reconhecer que o outro é como eu, mas diferente de mim, que há muitas coisas que nos assemelham, mas outras que nos distinguem.
2. Vínculo de sangue e vínculo de fé. De uma maneira geral, a fraternidade é um vínculo entre pares, é dar lugar aos próprios semelhantes: se aprende em família e se estende ao mundo todo. Nasce a tensão entre consanguinidade e comum humanidade: por um lado os vínculos de sangue são os mais imediatos e obrigatórios - com o risco de serem pouco livres - enquanto os vínculos de fé são mais discretos e livres - com o risco de serem um pouco anônimos; por outro lado, os vínculos de fé são mais determinantes e profundos comparados aos de sangue, ao menos que os vínculos de sangue sejam também vínculos de fé. Entre os irmãos biológicos é, por isto importante, que o vínculo não se torne pegajoso, exclusivo, cúmplice, enquanto entre irmãos em Cristo é importante que Deus esteja no centro, lembrando continuamnete os motivos da fé que os mantêm juntos.
3. Vínculo entre pares e identidades diferentes. A experiência familiar amadurece no decurso da história e na variedade das culturas conhece bem a dialética fraterna entre cumplicidade e rivalidade, afeto incondicional e disputa crônica. Ela surge por mil motivos: os direitos do primogênito, as rivalidades por reconhecimento, as preferências dos pais, os ciúmes e a inveja que geram ressentimento e levam a homicídio. A chegada de um irmão ou de uma irmã sempre representa um momento crítico: o dilema é se há lugar para nós ou se damos lugar ao outro, se o desejo de sermos únicos aos olhos dos pais pode ser ao mesmo tempo exclusivo e inclusivo. Por um lado se cresce à sombra dos irmãos, por outro lado, teme-se que os irmãos nos façam sombra.
4. O drama da concórdia e da discórdia. Vê-se que o vínculo fraterno enquanto forma de proximidade horizontal necessita de muitas atenções. A relação é fácil, mas se torna geralmente superficial. Entre irmãos e irmãs é preciso conciliar imediação e respeito, quere-se bem e tratar-se bem. Terríveis são as discórdias entre irmãos, e, quando graves, são dificilmente resolvidas: tratando-se de uma aliança não por escrito e inviolável, espontânea e ao mesmo tempo obrigatória, os irmãos e irmãs são os mais dispostos a se defenderem e os mais expostos a se maltratarem. As ofensas entre irmãos e irmãs, interrompendo a natural obviedade do vínculo, acaba criando o ressentimento e tornando árduo, o perdão.
A Palavra de Deus é bem clara sobre o amor fraterno: a beleza de serem irmãos e irmãs é marcada por duas grandes dificuldades do vínculo fraterno: lidar com a rivalidade com o outro e fazer parte do novo do outro. A Bíblia documenta que o "justo" de maneira geral, e, Jesus, de modo especial, vivem mais dolorosamente os dois riscos principais da relação fraternal: a inveja e a pressuposição. A primeira tem a forma de um "não poder ver" devido à uma contínua comparação: "cerquemos o justo, porque ele nos incomoda; é contrário às nossas ações, ele nos censura de violar a lei. E nos acusa de contrariar a nossa educação" (Sab 2,12), a segunda tem a forma de "assumir ver", devido ao fato de que se conhece bem: "mas este nós sabemos donde vem. Do Cristo, porém, quando vier, ninguém saberá donde seja". Enquanto ensinava no templo, Jesus exclamou: "Ah! Vós me conheceis, e sabeis donde eu sou!... Entretanto não vim de mim mesmo, mas é verdadeiro aquele que me enviou, e vós não o conheceis. Eu o conheço, porque eu venho dele e ele me enviou." Procuraram, então, prendê-lo" (Jo 7, 27-30).
Pode ser um bom exame de consciência para as nossas relações fraternas em família, em comunidade, na associação:

1. Quando o irmão é melhor que eu, é um modelo vivo e uma censura viva. Como luto contra a inveja, e como cresço em humildade? Sei me alegrar com os dons do outro? Deixo-me inspirar e corrigir por suas virtudes? Evito esquivar-me e julgar?

2. Quando se é irmão, a gente pensa que se conhece bem, mas existe o risco de jamais
nos conhecermos. Sei aceitar as diferenças do outro, com seus pontos fortes e fracos? Sei escutá-lo sem julgá-lo? Sei reconhecer, apreciar e valorizar os dons de Deus no irmão, ou os desmereço e os denigro?

3. Diante de ofensas e desentendimentos, como supero a tristeza e a amargura, a raiva e o ressentimento? Sei vencer as tentações de renúncias e de revoltas, dos relacionamentos frios e formais, do desânimo e do cinismo? Sei retomar as relações fraternas, dando o primeiro passo no procurar esclarecimentos e pedir/oferecer perdão?
Senhor Jesus, ensina-nos a nos amarmos assim como tu nos amastes, ensina-nos "a nos amar mutuamente com afeição terna e fraternal. Adiantar-nos a honrar uns aos outros" (Rm 12,10), a termos "todos um só coração e uma só alma, sentimentos de amor fraterno, de misericórdia, de humildade (IPe 3,8).

150º ANIVERSÁRIO DO LANÇAMENTO DA PEDRA FUNDAMENTAL DA BASÍLICA DE MARIA AUXILIADORA

Dia 27 de abril de 1865 foi celebrada a grande solenidade do lançamento da pedra fundamental da construção da igreja de Maria Auxiliadora. Benta pelo Bispo de Susa, Dom Odone, ela foi colocada pelo Duque Amadeo D'Aosta, filho de Vitorio Emanuel II, com a participação do prefeito e de outras personalidades ilustres. Dom Bosco anunciou o acontecimento com um fascículo comemorativo e lançou um sorteio. Os pedreiros, empregados na empresa do mestre de obras Carlos Buzzetti, iniciaram os trabalhos de construção no outono de 1863. Terminadas as escavações em abril de 1864, Dom Bosco disse a Buzzetti: "Quero lhe fazer um pagamento antecipado pelo grande trabalho". Assim dizendo, puxou a carteira, a abriu, e deixou cair nas mãos de Buzzetti o quanto tinha: oito moedas, que não davam nem meia lira. " Fique tranquilo! Nossa Senhora tomará providência para que haja o dinheiro necessário para sua igreja".

NOTÍCIAS DA FAMÍLIA

FILHAS DE MARIA AUXILIADORA E ANIMAÇÃO DA ADMA

O Instituto das Filhas de Maria Auxiliadora, no decorrer do recente Capítulo Geral, no artigo dedicado à Conselheira para a Família Salesiana, assumiu, juntamente com os salesianos, o compromisso de animação de nossa Associação. Agradecemos a Madre Yvonne e às Irmãs do Instituto, por esta atenção à ADMA, no empenho comum de promover a devoção a Maria Auxiliadora: Relatamos o artigo:

129 bis. A Conselheira para a Família Salesiana oferece orientações para que o Instituto dê sua contribuição original - feminina e mariana - ao crescimento da comunhão e da colaboração na Família Salesiana. Acompanha, com especial atenção, a Associação dos ex-alunos(as) para que eles realizem, com responsabilidade e autonomia, a sua vocação laical. Divide, com os Salesianos de Dom Bosco, a animação da Associação dos Cooperadores Salesianos e da Associação de Maria Auxiliadora.

A FAMÍLIA SALESIANA NA EXPO DE MILÃO
Neste ano ocorrerá a EXPO de Milão (www.expo2015.org). O tema é do pão e da alimentação "Nutrir o planeta, energia para a vida". A Família Salesiana também estará presente com um pequeno pavilhão chamado "Casa Dom Bosco". O tema será desenvolvido segundo uma perspectiva salesiana: "Educar os jovens, energia para a vida", com uma abordagem mais ampla e envolvente, na qual fome e má nutrição, longe de serem apenas uma questão de produção ou disponibilidade de alimento saudável e sustentável, têm a ver diretamente com a educação das jovens gerações. Neste processo de educação e formação integral, a promoção e a proteção dos direitos de cada pessoa, dos meninos e das meninas, dos idosos e das pessoas com menos oportunidades, das mulheres e dos homens, são elementos fundamentais e imprescindíveis. Há duzentos anos de seu nascimento, Dom Bosco ainda tem muito a dizer e a oferecer aos pais e aos educadores, e às Sociedades Civis e Internacionais: em primeiro lugar, colocando no centro de seus cuidados pessoais e das agendas políticas, as jovens gerações.
O responsável pela organização junto a EXPO é Pe. Claudio Belfiore, da CNOS de Roma (Sacro Cuore). A estrutura estará estrategicamente posicionada no cruzamento de duas "ruas" principais da EXPO. É interessante saber que haverá apenas 3 Pavilhões dirigidos diretamente por entidades religiosas: Caritas, Estado do Vaticano e Salesianos. A área à disposição é de aproximadamente 700 metros quadrados, dos quais mais ou menos 240 serão ocupados pelo pavlhão, que é um pequeno abrigo pré-fabricado, que deve dar idéia de uma casa, bem no estilo de Dom Bosco. A mensagem que se deseja comunicar é: "Dom Bosco educa os jovens do mundo". Os três slogans do pavilhão salesiano são "cultivar o sonho", "educar a pessoa", "nutrir o corpo".
Há um acordo com a EXPO que torna possível a compra do ingresso com bastante desconto. Para isto, deve-se entrar em contato pelo e-mail: ticket@expodonbosco2015.org
para informações: info@expodonbosco2015.org (Stefano Uberti).

FILIPINAS - DIA DA FAMÍLIA SALESIANA
Para celebrar o Dia da Família Salesiana no dia 14 de fevereiro de 2015, cerca de 100 membros da ADMA, juntamente com outros grupos da Família Salesiana encontraram-se no Dom Bosco College, em Canlubang-Laguna. O dia começou com a Santa Missa concelebrada no Santuário Diocesano de Maria Auxiliadora, presidida por Pe. Gerry Martin, SDB, Reitor do pré-noviciado. Após a Missa houve a "Amazing Race", um momento de atividades / jogos, vividos, com alegria, por todos. A atividade teve a participação de sete grupos, incluindo os jovens, os leigos, as FMA e os SDB. À tarde houve uma breve apresentação e um mini sorteio. Todos gostaram do dia da Família Salesiana: "Corra, salte, grite, mas não peque" dizia Dom Bosco (Junifer).

TURIM - STURA
Na periferia de Turim há um bairro chamado "SNIA"no qual está situado o Jardim da Infância dirigido pelas Filhas de Maria Auxiliadora. Há vários anos, um grupo de pessoas iniciou um grupo da ADMA ali.
Sábado, dia 21 de fevereiro de 2015, o animador espiritual mundial, Pe. Pierluigi Cameroni e o Presidente, Sr. Tullio Lucca, vieram fazer uma visita e um encontro de oração pelo Bicentenário de Nascimento de São João Bosco: alegria e admiração geral. A participação foi numerosa e muito calorosa, como se chamados pelo doce som de um sino, os devotos de Maria Auxiliadora foram chegando de bairros vizinhos, juntamente com vários grupos da Família Salesiana e simpatizantes. Foi um encontro belíssimo. Um encontro de oração e reflexão num momento dificil que estamos atravessando. A mensagem de Dom Bosco é para não se abater, mas ter confiança em Maria Auxiliadora. Muita fé, muita simplicidade, muita amizade. Na periferia pode-se ver o futuro, com os pés na terra, mas com os olhos voltados para o céu. A Santa Missa foi o encerramento, mas também o início deste inesquecível encontro. (Tullio Gazziero)

TUXTLA GUTIERREZ (CHIAPAS - MÉXICO) - RETIRO REGIONAL
Também neste ano, como nos anteriores, reunimos os membros da região de Chiapas, para fazer o nosso Retiro Anual, com o tema "Fortalecei os vossos corações", Mensagem do Papa Francisco para a Quaresma de 2015. Partindo da insistência da "globalização da indiferença", refletimos sobre a Família Salesiana, diante da qual não devemos ficar indiferentes. A sede do Retiro foi a Paróquia São João Apóstolo em Tuxtla Gutierrez - Chiapas. Após a acolhida, dirigimo-nos à Capela do Santíssimo Sacramento, onde houve um momento de oração de vivência dos Salmos, organizada pela Professora June Esperanza Pascasio, membro da ADMA de Chiapa de Corzo; isto nos ajudou a entrar em contato com Deus e a ter a base para a reflexão que nos levou a interiorizar a mensagem do Papa. O tema da mensagem foi desenvolvido por alguns de nossos irmãos da ADMA que têm uma grande experiência com os trabalhos pastorais na Paróquia: Victor Manuel Castillejos, Carmelita Galdámez e Esperanza de Jesús Enriquez.
Ficamos bastante impressionados com as três partes do documento:
1. Se um membro sofre, todos os membros padecem com ele (1Cor 12,26). A Igreja.
2. Onde está o teu irmão? (Gen 4,9). A paróquia e a comunidade.
3. Fortalecei os vossos corações. (Tg 5,8). O crente.
No término da Eucaristia foram acolhidos cinco novos membros para o Parral e dois para Villaflores. Agradecemos a Deus por sua proteção porque todos chegamos com segurança a nossos locais de destino e com o desejo de continuarmos a ser Igreja. A resposta à mensagem do Papa foi muito clara e agora começamos a vivê-la (Carmelita Galdámez Alegria).

MADRI (ESPANHA) - ENCONTRO REGIONAL
No dia 28 de fevereiro de 2015 iniciou-se a reunião dos conselhos, na ADMA de "La Elipa" por ocasiãoo do 50º aniversário de fundação. Trata-se de uma paróquia confiada aos padres da Ordem dos Agostinianos Recoletos. Acompanhados da relíquia de Dom Bosco, 13 conselhos locais se reuniram no salão paroquial, em clima fraterno e alegre. Depois da partilha sobre as experiências de cada grupo, fomos ao templo, onde fizemos a Adoração ao Santíssimo, com grande recolhimento, e depois, celebramos a Santa Eucaristia. A Eucaristia foi presidida pelo Pe. Luis Fernando Alvarez, animador espiritual de Elipa, concelebrada pelo Arcipreste da região, pelo vigário paroquial e pelos animadores SDB das associações presentes. Terminamos com um almoço, com a alegria de termos partilhado as nossas experiências e a oração em comum (Bianco Somoza Gloria - Presidente da ADMA da região de Madri).

FILIPINAS - DEVOÇÃO A MARIA AUXILIADORA
Como um presente perfeito para Dom Bosco, o Santuário Nacional de Maria Auxiliadora em Parañaque City, Filipinas, está na linha de frente para defender a devoção ao título mariano que Dom Bosco propunha a seus filhos, não apenas pelos milagres, mas também e sobretudo, para exprimir a devoção filial a Nossa Senhora, que considerava mestra, guia e mãe. Isto é especialmente verdade, neste ano em que celebramos, também, o bicentenário da instituição da festa litúrgica de Maria Auxiliadora.
Todo dia 24, o Santuário tem a comemoração mensal em honra a Maria Auxiliadora. Com o novo reitor do Santuário, Pe. Remo Bati, foram introduzidas novas iniciativas, as quais levaram a um rápido aumento do número de devotos. Em primeiro lugar, pouco antes da Missa, queimam-se as cartas com os pedidos escritos, que foram colocados em uma caixa que fica no Centro dos Peregrinos: é uma maneira para invocar a intercessão de Maria Auxiliadora junto a seu Filho. Há também uma breve procissão com a imagem de Maria Auxiliadora, enquanto se reza o terço. No encerramento, os devotos oferecem flores a Nossa Senhora. Isto marca também, o início da Missa. Às 7h da manhã é celebrada uma Missa de Cura ou se faz uma oração de cura pelos fiéis. Pe. Remo reconhece dois milagres que atribui à intercessão de Maria Auxiliadora : um é sobre um homem que expeliu um cálculo; um outro é sobre uma pessoa que veio ao Santuário com as muletas, que usava quando teve problemas de gota, mas começou a andar comodamente logo depois da Missa de cura. Uma Irmã Franciscana, Ir. Mary Edna, partilhou a sua experiência de como Maria Auxiliadora foi instrumento de sua cura e agora "a usa" para promover sua devoção.
Pe. Remo diz que a preparação para a festa anual de Maria Auxiliadora, no dia 24 de maio, segue a pleno vapor. Entre outras coisas, não vê a hora de publicar um livro (um álbum de fotografias) em honra a Maria Auxiliadora, sobre as cerca de 32 paróquias e capelas, que levam o nome de Maria Auxiliadora.
No dia 24 de fevereiro, Pe. Anthony Paul Bicomong, Provincial das Filipinas Norte abençoou a imagem de Maria Auxiliadora, em tamanho natural, acolhida com grande alegria pelos peregrinos, sobretudo os jovens, enquanto colocavam as suas fotos com a Mãe de Deus, nas redes sociais.
Os Salesianos e os aspirantes das três casas de formação fizeram um documentário em vídeo, sobre o Santuário Diocesano de Maria Auxiliadora, situado na Diocese de San Pablo.

VIBORA ( HAVANA - CUBA) - EM MEMÓRIA DE MARIA DOLORES HERRERA VALENZUELA
No dia 19 de março, faleceu Maria Dolores Herrera Valenzuela, missionária e catequista da Paróquia São João Bosco (Havana). Era muito ativa e membro entusiasta da Família Salesiana. Animou a ADMA local e deu assistência às reuniões da ADMA nacional. Entusiasta colaboradora nas atividades de verão. A alegria e a disponibilidade caracterizaram todos os seus trabalhos pastorais. Foi grande o seu apostolado na Caritas. Obrigada, Senhor, por nos ter dado esta irmã assim tão cheia de entusiasmo, que ía em busca das ovelhas, com alegria pascal (A comunidade salesiana de São João Bosco - Vibora)


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Presidente ADMA: Signor LUCCA TULLIO ((encargo até 2014) E-mail: lucca.tullio@alice.it
Animador Espiritual da ADMA: Don Pier Luigi CAMERONI |
Casa Generalizia SDB - Via Pisana 111 - 00163 ROMA -
E-mail: pcameroni@sdb.org
                       
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