COM ALEGRIA, EM DIREÇÃO A CZESTOCHOWA
CAMINHO
A CZESTOCHOWA 2011 Nós nos entregamos com confiança a Maria para irmos a Jesus. Nenhuma confiança é mais conveniente que esta, porque não existe criatura alguma que seja assim, tão próxima de Jesus, como Maria: "na Igreja santa, Maria ocupa, depois de Cristo, o lugar mais alto e o mais próximo de nós" (LG54). Maria realiza em plenitude a verdade cristã de que quanto mais se está em comunhão com Deus, mais se está próximo do homem. Maria nos atrai para si para nos aproximar mais de Deus, e nós nos entregamos confiantemente a ela para pertencermos mais profundamente a Deus. É algo bem real: chamar Maria é receber Deus como resposta! Grignion de Montfort a vê como o eco perfeito de Deus: Maria é toda relativa a Deus, e eu a denominarei muito bem, se eu disser que ela é o ser relacionado a Deus, que não existe a não ser em relação a Deus, o eco de Deus, quem não chama ou evoca a não ser a Deus: se você diz Maria, ela repete Deus... Maria é o maravilhoso eco de Deus, e quando clamamos: Maria! Responde: Deus!... Quando se encontra Maria, por meio dela encontra-se Jesus, e por meio de Jesus, Deus Pai, então é encontrado todo o bem, dizem-no os santos. E dizendo isto, nada se exclui: toda a graça e afeto de Deus, toda a firmeza contra os inimigos de Deus, toda a verdade contra a mentira, toda a facilidade e vitória contra as dificuldades de salvação, toda a doçura e alegria em meio às amarguras da vida . Uma vez que todo amor de Deus se concentra na graça do Filho e na acolhida fecunda da Mãe, o Nome de Maria ressoa sempre, e sempre deve ressoar, junto àquele de Jesus: No nome de Jesus está toda a nossa salvação: diante dele se dobra todo joelho no céu, na terra e debaixo da tera. Na sua providência, quis que também o nome de Maria fosse proferido pelos fiéis; o povo cristão olha para ela como esplendorosa estrela, invoca-a como Mãe e recorre a Ela nos perigos, como a um refúgio seguro. (Pref. Nome de Maria). A perfeita concordância do Nome de Jesus e do Nome de Maria deve ressoar em nosso coração, de modo que o nome deles, como sugere admiravelmente Tomás de Kempis, tornem-se objetos de um verdadeiro e único amor: Feliz a alma devota que tem Jesus e Maria como íntimos amigos nesta vida: convidados à mesa, companheiros nas viagens, ajudantes nas necessidades, consoladores nos sofrimentos, conselheiros nas incertezas, socorros nos perigos e na hora da morte. Bem-aventurado quem se faz peregrino nesta terra e considera alegria máxima, ter Jesus e Maria como hóspedes no profundo de seu coração . 1- Jesus e Maria são inseparáveis Um vive na
graça do outro, Maria é Mãe de seu Criador,
é Filha de seu Filho! A Mãe deve ao Filho a sua
origem imaculada, e o Filho deve à Mãe, a sua natureza
humana. Entre Jesus e Maria misteriosamente, a dependência
filial e a correspondência nupcial são uma só
coisa. Não se pode conceber um vínculo mais profundo:
Montfort disse que: "eles são unidos tão estreitamente
que um é tudo no outro: Jesus é tudo em Maria e
Maria, tudo em Jesus...Seria mais fácil separar a luz,
do sol, do que Maria, de Jesus" . É preciso, portanto,
se esforçar para imaginá-los sempre juntos, sem
qualquer tipo de separação: não se pensará
em Maria, ignorando Jesus, nem se pensará em Jesus, ignorando
Maria, porque "o cristianismo nasceu com Ela, ou melhor,
nasceu Dela" . É preciso pensar que Jesus, a Graça, a Igreja, o Cristianismo nunca são objetos isolados, mas são sempre relações de amor, a serem compreendidas sob a ótica da aliança atestada pelas Escrituras, testemunhadas pela tradição: Jesus se situa sempre em relação aos Profetas e aos Apóstolos, a Maria sua Mãe e Maria, nossa Mãe. Em outras palavras, se o Filho se encarna, então precisa-se de um povo santo e de u'a mãe santa: que para nós devem ser Israel, Maria, a Igreja. Isto porque o homem jamais existe de maneira puramente individual, mas sempre no interior de uma trama de relações que o constitui, o precede, o acompanha. Depois, é preciso considerar o fato de que, em sendo Maria, obviamente distinta de Jesus - a comunhão de amor não anula as distinções, mas as promove - faz intimamente parte do evento de Jesus, como sua condição, como sua morada, como sua irradiação: como condição é o livre arbítrio da Serva do Senhor, como morada é o corpo da Mãe, como irradiação é a fecundidade do Calvário, no qual Ela oferece o Filho e recebe os homens como filhos. A presença de Maria no evento de Jesus esclarece de uma vez por todas que a graça não humilha a liberdade, mas a exalta. As consequências da oração e da vida cristã são notáveis: a supremacia da graça e o exercício da liberdade, a iniciativa de Deus e a desenvoltura do homem, o abandono confiante e o empenho pessoal serão sempre pensados e vividos em sintonia. Não é por acaso que numerosíssimos exegetas e mariologistas indicam Gal 4, 4-7 como a passagem bíblica que exprime de modo mais breve e incisivo, a especificidade do cristianismo, ou seja, o mistério da Encarnação. Nesta passagem, a "plenitude dos tempos", lá onde se realiza a maravilhosa troca entre o Filho de Deus que se faz homem e o homem que vem elevado à vida divina é colocada "sob o imagem da mulher" (Ratzinger). Mas quando chegou a plenitude dos tempos, Deus mandou o seu Filho, nascido de uma mulher, nascido da lei, para resgatar aqueles que estavam sob a lei, e eram adotados como filhos. E que vocês são filhos, é prova o fato de que Deus enviou a nossos corações, o Espírito de seu Filho que clama: Aba, Pai! Não sois mais escravos, mas filhos; e se filhos, sois também herdeiros pela vontade de Deus. Sobre a importância da intimidade entre Jesus e Maria, precisamente da interioridade de Maria a respeito do evento de Jesus, e daí a inseparabilidade deles, escutemos as claras e apaixonadas vozes dos teólogos (Balthasar e Galot) e dos santos (Bernardo e Afonso): O evento entre o Filho e a Mãe forma o centro do evento salvífico a Mãe devia formar com o Filho, um grupo inseparável...um único princípio de mediação ; a Mãe e o Filho formam um só princípio de eficácia salvífica, sem que seja preciso distinguir entre a parte de um e a parte do outro ; Uma coisa é certa: todos os louvores que elevamos à Mãe estendem-se ao Filho e analogamente, quando honramos o Filho, não deixamos de glorificar a Mãe. A propósito das palavras: "encontraram o menino, com Maria, sua mãe" (Mt 2,11). S. Boaventura diz: "não se encontrará Jesus, a não ser com Maria e por meio de Maria"... Quem quiser o fruto deve ir à árvore. Quem quiser Jesus, deve ir a Maria e quem encontra Maria, certamente também encontra Jesus . 2-Sem a Mãe, perde-se o Filho A unidade entre Jesus e Maria é tal que, pela fé, temos problemas se negarmos isto, por exemplo quando não é dado o devido valor ao papel de Maria: "aquele que desonra Maria, sem dúvida, desonra o Filho" (Aelredo di Rivaulx). Mas se não reconhecermos a Mãe, como é reconhecida em primeiro lugar pelo Filho, seremos inevitavelmente também relapsos na compreensão do Filho. Denunciava-se já em seu tempo, Grignion de Montfort: Maria ainda não é conhecida, e é esta uma das razões pelas quais, Jesus Cristo ainda não é conhecido como se deve . Também o mais recente magistério da Igreja interveio várias vezes para esclarecer como a mediação de Maria não ofusca em nada o relacionamento imediato com o Senhor: a função maternal de Maria em relação aos homens de modo algum ofusca ou diminui esta única mediação de Cristo, manifesta antes a sua eficácia... dela depende inteiramente, haurindo aí toda a sua eficácia; de modo nenhum impede a união imediata dos fiéis com Cristo, antes a favorece. (LG 60) Trata-se de um ponto muito delicado para a qualidade católica da fé: abolir Maria não é se unir a Cristo e exaltar as glórias de Maria, não é subestimar o primado de Cristo. Muitos dos grandes autores espirituais e muitos dos grandes teólogos advertiram que um olhar autenticamente mariano não prejudica o olhar cristão, mas o garante em toda a sua pureza e riqueza. Escutemos as palavras apaixonadas de Santo Afonso e de von Speyr: Permita-me aqui fazer uma breve divagação para expressar um sentimento meu. Quando um parecer, de alguma forma, honra a Virgem Santíssima, tem fundamento e não há erro, nem em relação à fé, nem em relação às leis da Igreja, nem em relação à verdade, e não aceitar esta honra a Maria ou contradizê-la, porque também a opinião oposta poderia ser verdadeira, denota pouca devoção à Mãe de Deus . Aquele que crê em Cristo e não aceita a Mãe, no fundo, nega em sua fé, o princípio da fecundidade. O Senhor toma para si quem crê em suas obras, comprometendo-o e lhe impondo uma co-responsabilidade. O Senhor fez de sua Mãe, a premissa de sua ação redentora, e com ela, também, todo aquele que faz a vontade do Pai . Escutemos, por fim, o precioso testemunho de um grande Papa mariano, João Paulo II, que conta como em sua juventude passou de um comportamento de desconfiança a uma convicta afirmação da importância de Maria, também e propriamente em vista de um conhecimento verdadeiro e de um amor mais profundo em relação a Jesus. E isto graças ao mestre da consagração a Maria, Grignion de Montfort: Em um primeiro momento, parecia-me dever me afastar um pouco da devoção mariana da infância, em favor do cristocentrismo. Mas compreendi, graças a São Luiz Grignion de Montfort, que a verdadeira devoção à Mãe de Deus é realmente cristocêntrica ou melhor, é profundamente arraigada no mistério trinitário de Deus... Quando temia que a minha devoção mariana pudesse obscurecer Cristo, ou tomar o lugar dele, compreendi à luz do Tratado de Grignion de Montfort que realmente se tratava de uma coisa bem diferente. A nossa relação com a Mãe de Deus deriva organicamente de nossa ligação com o mistério de Cristo. Não é, então, uma questão de que um nos impeça de ver o outro . Contemplemos, então, Maria, como aquela através de quem "compreendemos" bem Jesus: o cristianismo nasceu dela e floresceu com ela. 3-Entregar-se com confiança a Maria, para acolher Jesus No projeto de Deus, o homem é destinado à mesma vida de Deus, mas por causa do pecado não consegue mais acolhê-la com as suas próprias forças. Aqui entra o papel de Maria. Para preencher o abismo entre a santidade do Criador e o pecado da criatura, a história da salvação se apresenta como um plano inclinado, que oscila incessantemente do Céu à terra e da terra ao Céu, através de numerosas mediações. Maria está no centro desta oscilação, e não apenas pelo motivo de sua santidade, mas também por sua feminilidade. Disse Edith Stein que "a maternidade é a forma feminina da fé", e é algo em que o próprio Jesus confia e a quem se confia. Vejamos em sequência: Em primeiro lugar, evitar a mediação maternal de Maria, que é humanamente perfeita e é objeto de predileção por parte de Deus, para procurar um relacionamento direto com o Senhor, é algo ingênuo e pouco humilde. Escutemos as veementes palavras de Fulberto de Chartrès: Recorda-te, Senhora, que no Batismo fui consagrado ao Senhor e professei ser cristão. Infelizmente não tenho observado o que prometi. Todavia fui entregue e confiado a ti pelo meu Senhor e Deus vivo e verdadeiro. Tu salvas, com Ele, aquele que te foi entregue e guarda com Ele, quem te foi confiado . Também Dom Bosco, sem meias palavras, vê na consagração a Maria, por um lado, algo necessário para a vida cristã, porque "é quase impossível ir a Jesus, senão por meio de Maria" e por outro lado, algo vantajoso, porque "para sermos queridos por Maria é preciso honrarmos Jesus". Tinha aprendido de Mamãe Margarida, quem assim se expressara: "quando viestes ao mundo, eu te consagrei à Bem-aventurada Virgem Maria; quando começastes os teus estudos, te recomendei a devoção a esta Mãe; agora te recomendo ser todo teu" . Em segundo lugar, por acaso, a característica maternal da intercessão mariana não é desnecessária porque nenhuma forma de acolhida e cuidado é humanamente maior do que a de u'a mãe. Grignion é deveras poético ao descrever a intercessão maternal com a qual Maria nos oferece Jesus de maneira integral e gradual, atenta às exigências de Deus e ao mesmo tempo à fragilidade do homem: Nesta amável criatura a alma encontrará apenas Deus, sem criaturas, mas Deus ao mesmo tempo infinitamente santo e sublime, infinitamente condescendente e proporcional à sua fraqueza. Uma vez que Deus se encontra em toda a parte, em toda a parte podemos encontrá-lo, até mesmo no inferno; mas não existe um lugar onde a criatura o possa encontrar mais de perto e mais proporcionalmente à sua própria fraqueza, do que em Maria, porque este foi o propósito de sua vinda. Em qualquer outro lugar, ele é o pão dos fortes e dos anjos: em Maria ele é o pão dos filhos . 4-Pela oração e pela vida Contemplo o
rosto de Jesus e de Maria, unindo-os em um único olhar
e me deixo envolver pelo olhar deles. Considero como no Nome
de Jesus ressoa também o nome de Maria, e penso que Maria
também trabalhou na obra de Jesus, meu Redentor. Na unidade
deles, manifesta-se a natureza de Deus, o Amor, e manifesta o
amor de Deus para conosco! Rezemos este mês por toda a Igreja para que intensifique o seu reconhecimento e a sua gratidão em relação a Maria, aquela que é Origem e Modelo da Igreja, que na Igreja é Mãe e Mestra, que como poderosa Auxiliadora, acompanha quem está a caminho, e, que, no Céu, assunta em corpo e alma, é Sinal de segura esperança. CRÔNICA
DA FAMÍLIA ADMA JUVENIL
- VILA D'ADDA (BERGAMO - ITÁLIA) - SEMANA "PÃO
- TRABALHO- PARAÍSO" O tema da semana foi "A beleza" e se propôs a fazer com que os jovens de hoje sejam capazes de se surpreenderem, de sentirem a maravilha diante de uma pessoa, de uma flor... sem roubar ou desprezar tudo com desejos egoístas. Em um mundo onde a mensagem da beleza vem colocada completamente em dúvida, através do poder da mentira, da sedução, da violência, do mal, o encontro com Jesus "o mais belo entre os filhos do homem" e o seu evangelho, é a descoberta da "pérola preciosa" que dá sentido à vida e permite aos jovens "salvar a beleza" hoje tão ameaçada e adulterada. Além disso, a Ir. Rosalina Ravasio, fundadora da Comunidade, alguns jovens profissionais e rapazes da ADMA juvenil, coordenaram e acompanharam a caminhada. A presença permanente de alguns sacerdotes assegurou a palavra eficaz de catequese sobre o tema proposto, a alegre celebração cotidiana da eucaristia, o acompanhamento espiritual e a disponibilidade contínua para a celebração do sacramento da reconciliação. Os momentos que lembramos de modo particular, do clima do oratório de Valdocco foram os "Ângulos da Vida", tempos para reflexão e partilha em grupos sobre o tema proposto, os momentos de recreação e jogos, onde tinha quem dançasse, corresse, andasse a cavalo, escutasse música, que saltasse e quem andasse de patins... os momentos de trabalho quando os rapazes aprenderam a fazer entalhes em madeira, a cuidar dos animais, a soldar, a limpar o bosque, enquanto as meninas aprendiam a cozinhar e costurar. Criou-se um clima de alegria, de compromisso, de amizades, de gosto pelo belo. Cada dia terminava com uma noitada de jogos, cantos, festa e com "A hora das estrelas", um momento de orações e cantos ao cair do dia, e com a "Boa Noite salesiana". A experiência foi acompanhada a cada 24 horas, com 24 horas de adoração eucarística, onde os jovens da ADMA Juvenil obtinham a "Força do fogo" do Espírito Santo e a intercessão de Maria para o êxito da experiência e para a conversão e o crescimento de todos os participantes. Este tempo de oração eucarística teve o seu cume na solene adoração noturna da última noite e da oração de encerramento de adoração e de cura. O compromisso que se extrai destes dias é o de viver as palavras dirigidas por Nossa Senhora a Joãozinho, no sonho dos 9 anos: "Torne-se humilde, forte e robusto". Certamente Dom Bosco abençoou e sorriu lá do Céu! ADMA PRIMÁRIA
- EXERCÍCIOS ESPIRITUAIS DAS FAMÍLIAS JOVENS Os dias bastante intensos foram enriquecidos pelos testemunhos de "Maternidade sacerdotal": história de mulheres, mães e consagradas, que viveram uma fecundidade espiritual, acompanhando o caminho vocacional de sacerdotes, com a oração, o testemunho e a oferta de vida. A experiência partilhada entre famílias e casais jovens fez com que se experimentasse a beleza da comunhão e do apoio recíproco entre as diversas vocações na companhia eclesial. Concomitantemente os filhos destes casais partilharam uma semana de formação preparada e animada por Michela e Enrico Fantino, da ADMA Primária, com a generosa colaboração de alguns jovens da ADMA Juvenil. ABIDJAN - COSTA
DO MARFIM - GELA (CALTANISETTA
- ITÁLIA) PEREGRINAÇÃO DE MARIA MARTINA FRANCA
- (TARANTO - ITÁLIA) - EQUADOR - VII
ENCONTRO NACIONAL. MATUNGA (ÍNDIA)
- CASA PROVINCIAL - O DIA DO EMPENHO PELA ADMA. A Associação teve início no Santuário de Nossa Senhora de Dom Bosco, em Matunga em 8 de setembro de 2009 e tem sido assídua a participação dos sócios aos encontros de formação no primeiro sábado de cada mês, sob a direção de Pe. Wilfred D'Souza. No dia 24 de maio de 2010, o grupo local foi oficialmente agregado à Primária da Basílica de Turim, recebendo o Diploma de agregação (Pe. Wilfred D'Souza, Animador espiritual). ODXEL - ÍNDIA
- NOVO GRUPO DA ADMA. ARGENTINA NORTE
- VISITA DO ANIMADOR ESPIRITUAL, PE. TOBARES. Temos muito a oferecer. Temos Jesus e Maria em nossos corações, para nós crescermos e amadurecermos como cristãos e anunciarmos o Evangelho coerentemente, fazendo o bem, como ensinou Dom Bosco" (Gloria Beatriz Acosta - Secretária).
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